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Aldenize de Oliveira
Psicóloga Clínica
Psicoterapeuta

CRP-SP 06 106528

R$ 350,00 / 1 h

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Morumbi (Market Place)

Avenida Doutor Chucri Zaidan, 940 - 3º Andar Torre 2 - Vila Cordeiro, São Paulo - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Ter.Sex.


25 de abril - 27 de abrilSem disponibilidade


29 de abril - 30 de abrilSem disponibilidade

Não espere um final feliz...às vezes, é tempo demais. Construa um ‘durante’ onde você possa amar sem se abandonar.

Idades que atende: Entre 14 e 98 anos

Retorno: Sem retorno gratuito

Foco de tratamento

  • Tratamento Ansiedade generalizada e depressão.

Formação

  • Universidade de Santo Amaro

    Especialização em Bases da Saúde Integrativa e Bem-Estar

    Conclusão em 2005

Mais informações

Minha trajetória começa na Psicologia, pela Universidade Santo Amaro, quando ainda havia mais perguntas do que respostas — mas já existia uma escuta sensível para o comportamento humano e para aquilo que acontece nas relações. Foi no mundo organizacional, atuando na área de Recursos Humanos como analista, que essa escuta ganhou forma prática. Ali, eu conheci de perto pessoas em seus contextos reais de trabalho, suas pressões, escolhas, conflitos e potências. Entendi que o sofrimento emocional não ficava fora das empresas — ele atravessava metas, relações, lideranças e histórias de vida. Ao mesmo tempo, esse olhar para o “ter que dar conta de tudo” também começou a aparecer de forma muito clara para mim — dentro das organizações e também dentro das casas. Foi aí que percebi o quanto existe uma exigência silenciosa, especialmente sobre as mulheres: a de sustentar o trabalho, o casamento, os filhos, os assuntos domésticos e, ainda assim, manter-se emocionalmente disponível para tudo e todos. Muitas vezes, inclusive, sustentando relações que não acompanham sua maturidade emocional. Esse movimento se tornou um alerta interno importante. Algo em mim passou a reconhecer esse lugar com mais profundidade — não como um julgamento, mas como uma realidade emocional complexa, que gera exaustão, culpa e um sentimento constante de insuficiência. Esse contato me levou a aprofundar o olhar para o comportamento humano de forma mais estratégica, através da Pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, ampliando minha compreensão sobre pessoas, cultura e organizações. Mais tarde, o Life Coaching pela Sociedade Latino-Americana de Coaching me trouxe ferramentas de desenvolvimento e movimento, mas foi na clínica e no estudo aprofundado da saúde mental que minha atuação encontrou ainda mais profundidade. A especialização em Transtornos de Ansiedade e Depressão pelo Instituto de Psiquiatria da FMUSP me aproximou da dor emocional de forma mais sensível e técnica, enquanto a atualização em Terapia Familiar pela UNIFESP ampliou minha escuta para os vínculos, os padrões relacionais e as dinâmicas que se repetem dentro das famílias. Por fim, a Psicologia Intercultural me abriu um novo campo de compreensão: o de quem vive fora do seu país, atravessado por mudanças de identidade, pertencimento e adaptação emocional. Hoje, tudo isso se integra na minha prática: o olhar da psicologia, a experiência no mundo corporativo, a escuta das relações e a compreensão das culturas. Mas, acima de tudo, se integra na forma como eu me coloco diante do sofrimento humano — com respeito ao tempo de cada um, às dores que não são simples e às histórias que carregam muito mais do que aparentam. É a partir desse lugar que a minha missão se constrói: acompanhar mulheres no desenvolvimento da autonomia emocional dentro das relações para que possam sair do lugar de sobrecarga, da exigência constante e do autoabandono, e aprender a se manter presentes em si mesmas enquanto vivem seus vínculos. Porque antes de qualquer mudança, existe algo essencial: ser compreendida naquilo que se vive. E talvez, a partir desse reconhecimento, surja um espaço mais seguro para olhar para si com cuidado, sem pressa e sem solidão. Se fizer sentido para você, esse pode ser um momento de começar esse caminho acompanhada.

Dúvidas?

Como sei se estou com ansiedade ou estresse?

A diferença não está apenas na intensidade e na identivicação, mas na forma como isso passa a ocupar sua vida. O estresse costuma estar ligado a situações específicas e tende a diminuir quando o contexto muda. A ansiedade, muitas vezes, permanece mesmo quando está tudo bem por fora. Na clínica, o que observo é que a ansiedade costuma aparecer quando a pessoa já está há muito tempo tentando dar conta de tudo, sem espaço interno para si. Entender isso não é se rotular é começar a se escutar com mais precisão e ter acesso aos reursos terapêuticos que tratam essa dor e seguir com mais qualidade de vida, é autocuidado.

A ansiedade causa sintomas físicos? O que faço?

Sim. O corpo fala aquilo que muitas vezes não consegue ser dito. Tensão, taquicardia, falta de ar, aperto no peito e cansaço constante podem ser expressões de um estado interno de sobrecarga emocional. Em muitos casos, o corpo está sustentando um ritmo de exigência que a pessoa já ultrapassou emocionalmente há algum tempo. Por isso, olhar para a ansiedade não é só olhar para a mente é também escutar o corpo com mais respeito.

Por que merelaciono com pessoas indisponíveis?

Esse é um padrão que costuma ter raízes emocionais mais profundas. Não se trata de azar no amor, mas de repetições inconscientes de vínculos que, de alguma forma, são familiares ao seu sistema emocional. Quando isso aparece, o convite não é apenas mudar o tipo de pessoa, mas entender o que dentro de você reconhece e sustenta esse tipo de vínculo.

Como saber se estou em uma relação saudável?

Uma relação saudável não é aquela sem conflitos, mas aquela em que existe espaço para ser quem se é. Onde há diálogo, respeito, responsabilidade emocional e liberdade para existir sem medo constante de perda. Um sinal importante é: você consegue se manter nessa relação sem se abandonar?

É errado me afstar de família?

É sempre importante avaliar o contexto. O afastamento pode ser um movimento de proteção emocional quando a convivência gera sofrimento constante. O mais importante não é o julgamento moral, mas a qualidade do vínculo e o impacto emocional que ele tem sobre você. Em alguns casos, o afastamento é um limite saudável, não uma ruptura de amor.

Estou exausta no trabalho, isso é burnout?

O burnout é uma condição que requer avaliação cuidadosa. Por isso, é importante uma avaliação médica para investigar os sintomas de forma mais ampla e descartar outras condições associadas. Ao mesmo tempo, o acompanhamento psicológico é uma parte fundamental do tratamento, pois ajuda a compreender os fatores emocionais, comportamentais e relacionais que sustentam esse estado de esgotamento.

Como saber se preciso de psicólogo?

Geralmente, esse movimento aparece quando o que você sente começa a ultrapassar sua capacidade de lidar sozinha: ansiedade constante, exaustão, conflitos repetitivos, sensação de estar se perdendo de si ou dificuldade de se reconhecer nas próprias relações. Buscar ajuda não é sinal de fragilidade é um movimento de cuidado e escuta de si.