
Dra. Amanda ToméPsicóloga Clínica Neuropsicólogo
CRP-SP 06216551
R$ 220,00 / 1 h
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Cambuí (Campinas)
Avenida Orosimbo Maia, 360 - 6º andar - Vila Itapura, Campinas - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
Este profissional não possui disponibilidade nesse endereço.
Porque nenhuma pessoa cabe em um diagnóstico: cada história merece ser compreendida em sua singularidade.
Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional
Foco de tratamento
- Transtornos de Ansiedade
- Depressão e Transtornos do Humor TDAH
- Transtornos do Neurodesenvolvimento
- Transtornos Obsessivo-Compulsivos
- Transtornos relacionados ao estresse e trauma
- Dificuldades cognitivas e de aprendizagem
- Avaliação Neuropsicológica
- Saúde Mental
- Psicofarmacologia
- Luto e processos de perda
- Dificuldades cognitivas
- Dificuldades emocionais e comportamentais
- Reabilitação e estimulação cognitiva
- Reabilitação neuropsicológica
- Reabilitação cognitiva
- Reabilitação após lesões neurológicas
- Reabilitação das funções cognitivas
Mais informações
Meu trabalho é pautado por uma compreensão integrada do ser humano, considerando aspectos emocionais, cognitivos, comportamentais, relacionais e neurobiológicos. Cada atendimento começa pela escuta e pela compreensão individualizada da história de cada pessoa. Busco compreender não apenas os sintomas apresentados, mas também o contexto em que surgiram, sua forma de funcionamento e os impactos que produzem na vida cotidiana. Minha atuação integra conhecimentos da Psicanálise, Neuropsicologia e Psicofarmacologia, permitindo diferentes perspectivas sobre uma mesma experiência. A Psicanálise contribui para a compreensão da subjetividade, da história de vida, dos conflitos, desejos, vínculos e dos sentidos que podem estar relacionados aos sintomas. A Neuropsicologia possibilita investigar aspectos cognitivos e comportamentais, como atenção, memória, linguagem, funções executivas e outros processos, por meio de avaliação especializada quando indicada. A Psicofarmacologia amplia a compreensão dos aspectos neurobiológicos dos transtornos mentais e das possibilidades terapêuticas relacionadas aos medicamentos, sempre dentro das atribuições profissionais e em articulação com os demais cuidados necessários. O tratamento é individualizado e pode envolver psicoterapia, avaliação neuropsicológica, acompanhamento em saúde mental, psicoeducação, orientação e articulação com outros profissionais quando necessário. Mais do que tratar sintomas isoladamente, meu objetivo é construir um percurso de cuidado que permita compreender o sujeito em sua singularidade e favorecer maior autonomia, qualidade de vida e possibilidades de transformação. Um olhar integrado para aquilo que é singular. Escolhi a Psicofarmacologia porque acredito que compreender um diagnóstico é muito mais amplo do que compreender qual medicamento utilizar. A medicação pode ser uma ferramenta importante no tratamento de determinados transtornos, mas ela não explica, sozinha, quem é a pessoa que apresenta aquele diagnóstico, sua história, seus conflitos, suas relações ou a maneira singular como vivencia o sofrimento. Para mim, estudar Psicofarmacologia significa compreender os mecanismos de ação dos medicamentos, seus efeitos, possibilidades, limitações e sua relação com o funcionamento neurobiológico mas sem perder de vista a pessoa que está por trás do tratamento. O diagnóstico é além da medicação. É preciso compreender o sujeito para além do rótulo diagnóstico, investigar como os sintomas se apresentam, quais fatores estão envolvidos e quais estratégias podem contribuir para um cuidado realmente individualizado. Por isso, vejo a Psicofarmacologia não como um caminho isolado, mas como parte de uma compreensão mais ampla da saúde mental. A ciência nos oferece ferramentas. A escuta nos permite compreender quem precisa delas. Porque tratar não é apenas medicar. É compreender para cuidar.
Dúvidas?
A avaliação ou o tratamento é baseado apenas no diagnóstico?
Não. O diagnóstico é uma parte importante da compreensão clínica, mas não define sozinho quem é a pessoa. Meu trabalho busca compreender a história, os sintomas, o funcionamento cognitivo e emocional, os comportamentos e o contexto de vida de cada paciente. A proposta é oferecer um olhar individualizado, porque pessoas com o mesmo diagnóstico podem apresentar necessidades e formas de funcionamento completamente diferentes.
Psicofarmacologia significa que o tratamento será apenas com medicação?
Não. A Psicofarmacologia amplia a compreensão sobre os medicamentos e seus efeitos no funcionamento neurobiológico, mas a medicação é apenas uma das possibilidades dentro de um cuidado mais amplo, quando indicada por profissional habilitado. Na Psiprovital, buscamos compreender o sujeito para além do medicamento e do diagnóstico, integrando ciência, escuta e estratégias terapêuticas individualizadas.
Psicofarmacologia significa que o tratamento será apenas com medicação?
Não. A Psicofarmacologia permite compreender como os medicamentos atuam e quando podem ser utilizados como parte de uma estratégia terapêutica. A medicação, quando indicada por profissional habilitado, é uma ferramenta não a totalidade do tratamento. Meu olhar busca compreender o sujeito para além do medicamento e do diagnóstico, integrando aspectos biológicos, psicológicos e contextuais.
O tratamento é baseado apenas no diagnóstico?
Não. O diagnóstico é uma parte importante da compreensão clínica, mas não define sozinho quem é a pessoa. Busco compreender sua história, sintomas, funcionamento cognitivo e emocional, comportamentos e contexto de vida. Afinal, pessoas com o mesmo diagnóstico podem apresentar necessidades e formas de funcionamento muito diferentes.
Quando é indicada uma avaliação neuropsicológica?
A avaliação neuropsicológica pode ser indicada quando existem dúvidas ou dificuldades relacionadas à atenção, memória, aprendizagem, linguagem, funções executivas, comportamento ou outros aspectos cognitivos. Também pode contribuir para a investigação de condições como TDAH, transtornos do neurodesenvolvimento e alterações cognitivas. A indicação é sempre individualizada, considerando a história e a necessidade de cada pessoa.
Luto precisa de tratamento?
O luto é uma experiência humana diante de uma perda e não deve ser automaticamente tratado como uma doença. Entretanto, algumas pessoas podem precisar de acompanhamento para elaborar essa experiência, especialmente quando o sofrimento se torna intenso, persistente ou interfere significativamente na vida cotidiana. O cuidado busca respeitar o tempo e a singularidade de cada processo de luto.
Como funciona a reabilitação neuropsicológica?
A reabilitação neuropsicológica é um processo individualizado voltado para pessoas que apresentam alterações ou dificuldades cognitivas, emocionais ou comportamentais. O trabalho busca fortalecer habilidades preservadas, desenvolver estratégias compensatórias e favorecer maior autonomia no cotidiano. O planejamento depende das necessidades, potencialidades e objetivos de cada pessoa.
Por que pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber tratamentos diferentes?
Porque o diagnóstico não conta toda a história. Cada pessoa possui uma trajetória, características, recursos, dificuldades e contexto próprios. Por isso, o cuidado precisa considerar a singularidade de cada indivíduo. Meu propósito é justamente olhar para além do diagnóstico e compreender quem é o sujeito que está vivendo aquela experiência.
A avaliação neuropsicológica pode identificar TDAH?
A avaliação neuropsicológica pode contribuir significativamente para a investigação do TDAH, analisando aspectos como atenção, memória de trabalho, funções executivas e controle inibitório, além de considerar a história e o funcionamento da pessoa em diferentes contextos. O diagnóstico, entretanto, não deve ser baseado em um único teste ou resultado, mas em uma avaliação clínica abrangente.
O que acontece na primeira consulta?
A primeira consulta envolve uma anamnese cuidadosa e um espaço de escuta. Conhecemos sua história, suas vivências e a demanda que o trouxe até aqui, buscando compreender, para além dos sintomas, o sentido singular daquilo que você está vivendo.
Como é realizado o acompanhamento do transtorno bipolar?
O acompanhamento é individualizado e considera a história de vida, os episódios de humor, o funcionamento emocional e o contexto de cada pessoa. O cuidado pode integrar psicoterapia e tratamento psicofarmacológico, quando indicado, buscando não apenas o controle dos sintomas, mas uma compreensão ampla e contínua do sujeito.
Como é abordada a ideação suicida no atendimento?
A ideação suicida é acolhida com escuta, seriedade e cuidado. A avaliação busca compreender o sofrimento envolvido e identificar o nível de risco, considerando a história e as circunstâncias de cada pessoa. Quando há risco iminente, é necessária uma intervenção de urgência e uma rede de cuidados adequada.

