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Dra. Amanda Tomé
Psicóloga Clínica
Neuropsicólogo

CRP-SP 06216551

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Cambuí (Campinas)

Avenida Orosimbo Maia, 360 - 6º andar - Vila Itapura, Campinas - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Seg.Ter.Qua.Qui.Sex.

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31 de outubro - 02 de novembroSem disponibilidade

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Porque nenhuma pessoa cabe em um diagnóstico: cada história merece ser compreendida em sua singularidade.

Idades que atende: A partir de 5 anos

Experiência em

  • Psicoterapia Psicanalítica
  • Avaliação Neuropsicológica
  • Reabilitação Cognitiva
  • Neuropsicologia
  • Psicofarmacologia e interface com a prática psicológica

Foco de tratamento

  • Transtornos de Ansiedade
  • Depressão e Transtornos do Humor TDAH
  • Transtornos do Neurodesenvolvimento
  • Transtornos Obsessivo-Compulsivos
  • Transtornos relacionados ao estresse e trauma
  • Dificuldades cognitivas e de aprendizagem
  • Avaliação Neuropsicológica
  • Reabilitação e estimulação cognitiva
  • Reabilitação neuropsicológica
  • Reabilitação cognitiva
  • Reabilitação após lesões neurológicas
  • Reabilitação das funções cognitivas
  • Saúde Mental
  • Psicofarmacologia
  • Luto e processos de perda
  • Dificuldades cognitivas
  • Dificuldades emocionais e comportamentais

Formação

  • Faculdade Líbano Brasileira

    Pós-graduação em Psicofarmacologia

    Conclusão em 2026

  • Faculdade Líbano Brasileira

    Pós-graduação em Neuropsicologia

    Conclusão em 2025

  • Universidade Paulista

    Psicologia

    Conclusão em 2024

Mais informações

Abordagem integrada "Meu trabalho parte de uma compreensão integrada do ser humano — aspectos emocionais, cognitivos, comportamentais, relacionais e neurobiológicos. Cada atendimento começa pela escuta e pela compreensão individualizada da história de cada pessoa: não apenas os sintomas, mas o contexto em que surgiram e seus impactos no cotidiano. Três perspectivas complementares Psicanálise: subjetividade, história de vida, conflitos, desejos, vínculos e sentidos ligados aos sintomas. Neuropsicologia: investigação de atenção, memória, linguagem e funções executivas, por meio de avaliação especializada quando indicada. Psicofarmacologia: aspectos neurobiológicos dos transtornos mentais e as possibilidades terapêuticas dos medicamentos, sempre em articulação com os demais cuidados. O tratamento é individualizado e pode envolver psicoterapia, avaliação neuropsicológica, psicoeducação, orientação e articulação com outros profissionais quando necessário. Por que Psicofarmacologia? Porque compreender um diagnóstico é muito mais amplo do que saber qual medicamento utilizar. A medicação pode ser uma ferramenta importante, mas não explica, sozinha, quem é a pessoa por trás do diagnóstico. A Psicofarmacologia não é um caminho isolado, mas parte de uma compreensão mais ampla da saúde mental. A ciência nos oferece ferramentas. A escuta nos permite compreender quem precisa delas. Porque tratar não é apenas medicar. É compreender para cuidar."

Dúvidas?

A avaliação ou o tratamento é baseado apenas no diagnóstico?

O diagnóstico não define a pessoa. Ele é importante para a compreensão clínica, mas não explica, sozinho, quem alguém é. O trabalho busca compreender a história, os sintomas, o funcionamento cognitivo e emocional, os comportamentos e o contexto de vida de cada paciente — com um olhar individualizado. Afinal, pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter necessidades e formas de funcionamento completamente diferentes.

Psicofarmacologia significa que o tratamento será apenas com medicação?

A Psicofarmacologia não substitui o cuidado integral. Ela permite compreender como os medicamentos atuam e quando podem fazer parte de uma estratégia terapêutica. A medicação, quando indicada por profissional habilitado, é uma ferramenta — não a totalidade do tratamento. O olhar busca compreender o sujeito para além do medicamento e do diagnóstico, integrando aspectos biológicos, psicológicos e contextuais.

Luto precisa de tratamento?

Luto não é doença — mas pode precisar de cuidado. O luto é uma experiência humana diante de uma perda e não deve ser tratado automaticamente como doença. Porém, algumas pessoas podem precisar de acompanhamento para elaborar essa experiência, especialmente quando o sofrimento se torna intenso, persistente ou interfere na vida cotidiana. O cuidado busca respeitar o tempo e a singularidade de cada processo de luto.

Como funciona a reabilitação neuropsicológica?

Reabilitação neuropsicológica: É um processo individualizado voltado para pessoas com alterações ou dificuldades cognitivas, emocionais ou comportamentais. O trabalho busca fortalecer habilidades preservadas, desenvolver estratégias compensatórias e favorecer maior

A avaliação neuropsicológica pode identificar TDAH?

Avaliação neuropsicológica e TDAH: A avaliação neuropsicológica contribui significativamente para a investigação do TDAH, analisando atenção, memória de trabalho, funções executivas e controle inibitório, além de considerar a história e o funcionamento da pessoa em diferentes contextos. O diagnóstico, porém, não se baseia em um único teste ou resultado — mas em uma avaliação clínica abrangente.

O tratamento é baseado apenas no diagnóstico?

O diagnóstico não define a pessoa. Ele é uma parte importante da compreensão clínica, mas não explica, sozinho, quem alguém é. O trabalho busca compreender a história, os sintomas, o funcionamento cognitivo e emocional, os comportamentos e o contexto de vida de cada paciente — com um olhar individualizado. Afinal, pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter necessidades e formas de funcionamento completamente diferentes.

Por que pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber tratamentos diferentes?

Porque o diagnóstico não conta toda a história. Cada pessoa tem sua própria trajetória, características, recursos, dificuldades e contexto. Por isso, o cuidado precisa considerar a singularidade de cada indivíduo. O propósito é olhar para além do diagnóstico e compreender quem é o sujeito que está vivendo aquela experiência.

Como é abordada a ideação suicida no atendimento?

Ideação suicida: acolhimento e cuidado. A ideação suicida é acolhida com escuta, seriedade e cuidado. A avaliação busca compreender o sofrimento envolvido e identificar o nível de risco, considerando a história e as circunstâncias de cada pessoa. Quando há risco iminente, é necessária uma intervenção de urgência e uma rede de cuidados adequada.

Quando é indicada uma avaliação neuropsicológica?

ONEPensei por 1 segundoQuando a avaliação neuropsicológica é indicada? Ela pode ser indicada diante de dúvidas ou dificuldades relacionadas à atenção, memória, aprendizagem, linguagem, funções executivas, comportamento ou outros aspectos cognitivos. Também contribui para a investigação de condições como TDAH, transtornos do neurodesenvolvimento e alterações cognitivas. A indicação é sempre individualizada, considerando a história e a necessidade de cada pessoa.

O que acontece na primeira consulta?

Primeira consulta. A primeira consulta envolve uma anamnese cuidadosa e um espaço de escuta. Conhecemos sua história, suas vivências e a demanda que o trouxe até aqui — buscando compreender, para além dos sintomas, o sentido singular daquilo que você está vivendo.

Como é realizado o acompanhamento do transtorno bipolar?

Acompanhamento individualizado. O acompanhamento considera a história de vida, os episódios de humor, o funcionamento emocional e o contexto de cada pessoa. O cuidado pode integrar psicoterapia e tratamento psicofarmacológico, quando indicado — buscando não apenas o controle dos sintomas, mas uma compreensão ampla e contínua do sujeito.