Foto de perfil de Ana Carolina Barbeiro | Neuropediatria

Dra. Ana Carolina Barbeiro | Neuropediatria
Neurologista Pediátrica (RQE (Não há))

CRM-SP 256283

R$ 500,00 / 1 h 30 min

Crédito, Débito e PIX

Agendar Consulta

Foto do carrossel
Foto do carrossel
Foto do carrossel
Foto do carrossel
Foto do carrossel
Foto do carrossel

Tatuapé

Rua Vilela, 665 - 8º Andar - Tatuapé, São Paulo - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Ter.Qui.Sab.


15 de maio: Sem disponibilidade


18 de maio: Sem disponibilidade


20 de maio: Sem disponibilidade

Dedicada ao acompanhamento de crianças e adolescentes em neurodesenvolvimento.

Idades que atende: Entre 2 e 17 anos

Retorno: Sem retorno gratuito

Experiência em

  • Neuropediatria

Foco de tratamento

  • Autismo (TEA)
  • TDAH
  • Cefaleia
  • Epilepsia
  • Atraso de fala e linguagem
  • Atraso do desenvolvimento neuropsicomotor
  • Dificuldades escolares e de aprendizagem
  • Distúrbios do sono

Mais informações

Atendo crianças e adolescentes até 18 anos com queixas relacionadas ao neurodesenvolvimento, comportamento, aprendizagem e desenvolvimento infantil. As principais demandas que acompanho são TEA, TDAH, atraso de fala e linguagem, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, dificuldades escolares, dificuldades de aprendizagem, alterações de sono e comportamento, cefaleias, epilepsia e crises na infância. A primeira consulta pode durar até 1h30. Em geral, esse tempo é usado para conhecer a história da criança, conversar com a família, revisar antecedentes, avaliar marcos do desenvolvimento, rotina, sono, alimentação, escola e comportamento. Quando indicado, também pode incluir exame clínico, solicitação de exames complementares, orientações e prescrição. Atendo presencialmente em São Paulo e também por teleconsulta para pacientes de outras localidades, quando a modalidade for adequada ao caso. Graduada em Medicina pela UNILAGO. Com pós graduação em Pediatria e pós graduanda em Neuropediatria pela SLM (NÃO ESPECIALISTA).

Dúvidas?

Quando devo suspeitar de autismo?

Alguns sinais podem justificar uma avaliação, como atraso de fala, pouca resposta ao nome, dificuldade de interação, pouco contato visual, brincadeiras muito repetitivas, interesses muito restritos, incômodo intenso com sons, texturas ou mudanças de rotina, além de regressão de habilidades já adquiridas. Esses sinais não fecham diagnóstico sozinhos. Eles indicam que a criança precisa ser avaliada com cuidado para entender melhor seu desenvolvimento.

Dor de cabeça, crise febril ou convulsão precisam de avaliação?

Sim, principalmente quando a dor de cabeça é frequente, forte, atrapalha a rotina ou vem acompanhada de vômitos, alteração visual, sonolência ou mudança de comportamento. Crises febris e convulsões também precisam ser avaliadas para entender o contexto, o tipo de episódio e se há necessidade de investigação. Se a crise for prolongada, se for a primeira crise, se a criança não se recuperar bem depois ou se houver sinais importantes de gravidade, a orientação é procurar atendimento de urgência. Nem toda crise significa epilepsia, mas cada caso precisa ser analisado com atenção.

Como sei se meu filho tem TDAH ou se é apenas mais agitado?

Toda criança pode ter muita energia, e isso não é necessariamente um problema. O que chama atenção é a intensidade, a frequência e o impacto no dia a dia. Alguns sinais merecem avaliação: dificuldade persistente de manter atenção, esquecimentos frequentes, agitação que atrapalha em casa e na escola, impulsividade e conflitos repetidos. Esses comportamentos precisam estar presentes em mais de um ambiente, não só em casa ou só na escola, e por um período prolongado, geralmente mais de seis meses. Nem toda criança agitada tem TDAH, e nem toda criança com TDAH é agitada.

A escola sugeriu uma avaliação. Isso quer dizer que meu filho tem alguma coisa?

Não necessariamente. Quando a escola sugere uma avaliação, geralmente é porque percebeu algo no comportamento, na aprendizagem, na atenção, na linguagem ou na interação que merece ser olhado com mais cuidado. Pode ser algo que precise de acompanhamento, mas também pode estar ligado a uma fase, ao contexto da turma, à rotina ou a outras questões. A consulta ajuda a entender o que está por trás dessa observação, sem rótulo precipitado. Avaliar não significa diagnosticar.

Quando devo procurar uma avaliação para meu filho?

Vale procurar uma avaliação quando a família percebe atraso na fala, dificuldade importante de aprendizagem, desatenção persistente, agitação intensa, mudanças de comportamento, alterações de sono, crises, dor de cabeça frequente, regressão de habilidades ou quando a escola traz alguma preocupação sobre o desenvolvimento. Nem toda dificuldade significa um diagnóstico, mas uma avaliação cuidadosa ajuda a entender melhor o que está acontecendo e quais próximos passos fazem sentido.

Meu filho está demorando para falar. Quando devo me preocupar?

Cada criança tem seu ritmo, mas existem alguns marcos que ajudam como referência. Por volta dos 12 meses, é comum a criança falar as primeiras palavras com sentido. Aos 18 meses, costuma ter algumas palavras e compreender comandos simples. Aos 2 anos, geralmente começa a juntar duas palavras. Quando isso não acontece, ou quando a criança não responde ao nome, não aponta para mostrar interesse, perdeu palavras que já falava ou parece pouco conectada à interação, vale uma avaliação. Atraso de fala pode ter várias causas, da audição ao neurodesenvolvimento, e avaliar cedo pode ajudar a orientar melhor a família.