
Dr. Bruno HuffelPsicólogo Clínico Psicanalista
CRP-SC 20553
R$ 300,00 / 50 min
Crédito, Débito e PIX
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Bela Vista (Psico)
Rua Cincinato Braga, 340 - 5º andar - Bela Vista, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
24 de setembro: Sem disponibilidade
26 de setembro - 29 de setembroSem disponibilidade
Psicólogo Especialista em Relacionamentos -Atendimento individual e casais
Idades que atende: A partir de 18 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Formação
PUC do Rio Grande do Sul
Pós-graduação em Psicanálise
Conclusão em 2022
Universidade Comunitária da Região de Chapecó
Psicologia
Conclusão em 2020
Mais informações
Atendimento individual e para casais.
Dúvidas?
Aceita plano de saúde?
As sessões são realizadas de forma particular, mas forneço nota fiscal/recibo para que você possa solicitar o reembolso ao seu plano de saúde, caso o seu contrato tenha essa possibilidade. Os critérios e valores de reembolso variam de acordo com cada plano. Se quiser, posso também te orientar sobre como funciona esse processo.
Posso agendar uma primeira sessão apenas para conhecer o seu trabalho?
Claro! A primeira sessão é justamente um momento para nos conhecermos, você me contar um pouco sobre o que está vivendo e entender como funciona o meu trabalho e a minha forma de conduzir a terapia. A partir dessa conversa, podemos avaliar juntos se existe identificação e se faz sentido iniciarmos um processo terapêutico.
Existe diferença entre o atendimento online e o presencial?
Existe uma diferença principalmente na experiência, mas não necessariamente na qualidade do processo terapêutico. No atendimento presencial, temos a experiência de estar juntos no mesmo ambiente, o que algumas pessoas preferem por se sentirem mais confortáveis dessa forma. No atendimento online, você tem a praticidade de fazer a sessão de onde estiver, com mais flexibilidade de horários e sem precisar se deslocar. Quando realizado em um ambiente reservado e com boa conexão, também pode ser muito eficaz. A escolha depende muito do que faz você se sentir mais confortável e à vontade para falar sobre aquilo que está vivendo. Se estiver em dúvida, podemos conversar sobre o que funciona melhor para você.
Preciso saber exatamente o que tenho antes de começar?
Não. Você não precisa chegar à terapia com um diagnóstico, com todas as respostas ou sequer sabendo exatamente qual é o problema. Muitas pessoas chegam apenas com a sensação de que “alguma coisa não está bem”. A partir da conversa, vamos compreendendo juntos o que está acontecendo e quais caminhos podem fazer sentido para você.
Com que frequência preciso fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com a sua necessidade e com os objetivos do processo terapêutico. De modo geral, o acompanhamento semanal costuma ser um bom ponto de partida, especialmente no início, porque permite maior continuidade e aprofundamento do trabalho.
Você atende pessoas que estão passando por problemas no relacionamento?
Sim. Essa é uma das principais áreas do meu trabalho. Atendo pessoas que estão enfrentando crises no relacionamento, conflitos frequentes, insegurança, ciúmes, dependência emocional, dificuldade de estabelecer limites, comunicação desgastada, rupturas e dúvidas sobre permanecer ou não em uma relação. O objetivo não é simplesmente dizer o que você deve fazer, mas ajudá-lo(a) a compreender melhor o que está vivendo e tomar decisões mais conscientes.
A terapia vai me dizer se devo terminar meu relacionamento?
Não é meu papel decidir por você. Meu trabalho é ajudá-lo(a) a compreender a relação, seus sentimentos, necessidades, limites e padrões que estão presentes nessa dinâmica, para que você possa tomar decisões com mais clareza e autonomia. Em terapia, você não precisa receber respostas prontas. O objetivo é construir condições para que consiga encontrar as respostas que fazem sentido para a sua própria vida.
Tenho medo de ser julgado(a) na terapia. Isso acontece?
Entendo esse receio — e ele é mais comum do que muitas pessoas imaginam. A terapia deve ser um espaço de acolhimento, escuta e reflexão. Você pode falar sobre sentimentos, comportamentos e situações que talvez nunca tenha conseguido compartilhar com alguém. Meu papel não é julgá-lo(a), mas ajudá-lo(a) a compreender sua história e aquilo que está vivendo com mais clareza.
O que eu falar na terapia fica em sigilo?
Sim. O sigilo profissional é um dos fundamentos do trabalho psicológico. O que é compartilhado durante o processo terapêutico é tratado com confidencialidade, respeitando os princípios éticos da profissão e as situações previstas nas normas profissionais.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A terapia não precisa começar somente quando algo chega ao limite. Você pode procurar acompanhamento para se conhecer melhor, compreender padrões que se repetem, melhorar seus relacionamentos, desenvolver limites, lidar melhor com emoções ou simplesmente porque deseja construir uma relação diferente consigo mesmo(a). Não é preciso esperar tudo ficar difícil para começar a cuidar de si.

