
Claudia CarnovaliPsicóloga Clínica Psicoterapeuta
CRP-SP 06/116199
R$ 300,00 / 1 h
Crédito e Débito
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Bela Vista (Psico)
Rua Cincinato Braga, 340 - 5º andar - Bela Vista, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
06 de agosto - 11 de agostoSem disponibilidade
"Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta" - Carl Jung.
Idades que atende: A partir de 17 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Experiência em
- Psicologa Clinica
Foco de tratamento
- Você se sente sobrecarregada tentando equilibrar trabalho, carreira, maternidade, relacionamento, casa, família — e ainda parecer "forte" o tempo todo? A ansiedade, o medo de não dar conta e a cobrança constante (sua e dos outros) têm roubado sua paz? Este espaço foi criado para acolher mulheres que estão cansadas de viver em modo de sobrevivência e querem entender o que está por trás das crises emocionais, das explosões de raiva, do esgotamento e das relações que machucam. Aqui, você encontra um lugar seguro para falar sobre o que muitas vezes esconde de todo mundo: a ansiedade que paralisa ou acelera demais; a tristeza que pesa e parece não ir embora; a culpa por não dar conta de todos os papéis; o medo de perder o emprego ou não conseguir se sustentar; a dificuldade de impor limites no trabalho, na família e nos relacionamentos. Meu trabalho é caminhar com você no processo de autoconhecimento e identificação das origens dos seus traumas e feridas emocionais, ajudando a construir recursos internos para lidar com as crises e transformar a forma como você se relaciona consigo mesma, com o trabalho e com as pessoas ao seu redor. Se você se reconhece aqui, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para se fortalecer e reconstruir uma vida com mais equilíbrio e liberdade.
Mais informações
Você se sente sobrecarregada tentando equilibrar trabalho, carreira, maternidade, relacionamento, casa, família — e ainda parecer "forte" o tempo todo? A ansiedade, o medo de não dar conta e a cobrança constante (sua e dos outros) têm roubado sua paz? Este espaço foi criado para acolher mulheres que estão cansadas de viver em modo de sobrevivência e querem entender o que está por trás das crises emocionais, das explosões de raiva, do esgotamento e das relações que machucam. Aqui, você encontra um lugar seguro para falar sobre o que muitas vezes esconde de todo mundo: a ansiedade que paralisa ou acelera demais; a tristeza que pesa e parece não ir embora; a culpa por não dar conta de todos os papéis; o medo de perder o emprego ou não conseguir se sustentar; a dificuldade de impor limites no trabalho, na família e nos relacionamentos. Meu trabalho é caminhar com você no processo de autoconhecimento e identificação das origens dos seus traumas e feridas emocionais, ajudando a construir recursos internos para lidar com as crises e transformar a forma como você se relaciona consigo mesma, com o trabalho e com as pessoas ao seu redor. Se você se reconhece aqui, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para se fortalecer e reconstruir uma vida com mais equilíbrio e liberdade.
Dúvidas?
A ansiedade que hoje, amanhã, pode virar uma crise de pânico.
"Essa é uma percepção importante, e merece ser levada a sério — não com medo, mas com cuidado. A ansiedade não avisa da noite para o dia que vai virar uma crise; ela costuma deixar sinais antes: o corpo mais tenso, o sono mais leve, a mente que não desliga. Quando conseguimos reconhecer esses sinais cedo, o processo terapêutico entra exatamente aí — não para "esperar a crise chegar", mas para entender o que a ansiedade está tentando comunicar antes que ela precise gritar mais alto. Buscar ajuda nesse momento não é exagero, é prevenção."
Feridas antigas impedem que você se sinta seguro em qualquer relação, perpetuando o sofrimento.
"Isso faz muito sentido, e não é uma falha sua — é uma lógica de proteção que a mente aprendeu em algum momento. Quando uma ferida antiga não foi elaborada, o corpo e a mente continuam agindo como se o perigo ainda estivesse presente, mesmo em vínculos que hoje são seguros. É por isso que, às vezes, mesmo diante de uma relação boa, a desconfiança ou o medo de se entregar continuam aparecendo. O trabalho terapêutico não é apagar essa história, mas dar a ela um novo lugar — para que o presente deixe de ser lido pelas lentes do passado, e a segurança possa, enfim, ser sentida e não só desejada."

