
Desiane Nunes NutricionistaNutricionista
CRN-RJ 16100885
R$ 450,00 / 1 h
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Barra da Tijuca
Av. João Cabral de Mello Neto, 850 - 10º Andar - Torre North - Bloco 1 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
*Dias disponíveis para atendimento:
22 de agosto: Sem disponibilidade
Nutrição Clínica • Doenças Renais • Diabetes • Hipertensão • Doenças cardiovasculares • Emagrecimento.
Idades que atende: A partir de 18 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Experiência em
- Nutrição Clínica em Nefrologia
- Nutrição Clínica
Foco de tratamento
- Doenças renais, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e obesidade.
Formação

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Mestrado
Conclusão em 2022

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pós-Graduação em Nutrição Clínica
Conclusão em 2019
Dúvidas?
“Quem tem doença renal precisa comer pouca proteína?”
A quantidade de proteína deve ser individualizada. Para adultos com DRC nos estágios G3–G5, a diretriz KDOQI 2020 sugere recomendações específicas de proteína/kg de peso/dia, considerando avaliação individualizada e julgamento clínico, e recomenda evitar ingestões elevadas, em pessoas com risco de progressão da doença. Isso não significa “cortar proteína”. É necessário considerar o estágio da doença renal, estado nutricional, presença de diabetes, nível de atividade física e outras condições clínicas. Dietas muito restritivas também podem ser inadequadas, especialmente em pessoas com risco de desnutrição.
“Tenho doença renal. Preciso cortar banana, tomate, feijão e outras frutas e verduras por causa do potássio?”
Não necessariamente. Antes de qualquer orientação nutricional, deve ser considerado os níveis séricos de potássio, estágio da doença, medicamentos em uso, padrão alimentar e outros fatores clínicos. A orientação nutricional deve identificar as principais fontes de potássio da alimentação daquele paciente e, quando necessário, fazer ajustes individualizados — sem simplesmente retirar frutas, verduras e legumes de forma indiscriminada. As diretrizes de nutrição em DRC reforçam que devem ser avaliados individualmente.
“Tenho doença renal crônica. Preciso cortar totalmente o sal?”
Não necessariamente. Na DRC, a redução e ajuste do sódio é importante, principalmente para auxiliar no controle da pressão arterial e da retenção de líquidos, mas isso não significa que a alimentação precisa ser sem sabor ou baseada em restrições excessivas. O ideal é reduzir o consumo de sal e, principalmente, de alimentos ultraprocessados que são ricos em sódio, além de utilizar temperos naturais para manter a alimentação saborosa e adequada à rotina do paciente.

