
Dr. Filipe AntonioCirurgião Pediátrico (RQE 139340)
CRM-SP 190158
R$ 600,00 / 1 h
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Vila Mariana
Rua Domingos de Morais, 2781 - 14º andar - Vila Mariana, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
16 de maio - 21 de maioSem disponibilidade
Cuidando das crianças com a precisão que a cirurgia exige e a delicadeza que a infância merece!
Idades que atende: Até 18 anos
Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional
Experiência em
- Médico assistente e preceptor do Serviço de Cirurgia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina - Itaquera
- Médico assistente do Hospital Geral de Itapevi pela Secretária Estadual de Saúde de São Paulo
- Preceptor em Cirurgia pediátrica do Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral do Hospital Israelita Albert Einstein
Foco de tratamento
- Fimose
- Hérnia Umbilical
- Hérnia Inguinal
- Criptorquidia
- Hipospádia
- Hidronefrose
- Tumores na infância
- Defeitos da genitália, do ânus e do reto na infância
Hospitais

Hospital Israelita Albert Einstein

Hospital Sepaco

Hospital Santa Marcelina
Formação

Hospital Infantil Darcy Vargas
Especialização em Urologia
Conclusão em 2025

Hospital Infantil Darcy Vargas
Cirurgia Minimamente Invasiva Pediátrica
Conclusão em 2024
Hospital Edmundo Vasconcelos
Residência médica em Cirurgia Geral
Conclusão em 2021
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Medicina
Conclusão em 2016
Mais informações
Cirurgião pediátrico titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica Pós graduação em Cirurgia Neonatal Área de atuação: Cirurgia minimamente invasiva, urologia infantil e coloproctologia pediátrica
Dúvidas?
“Meu filho tem o umbigo saltado desde bebê. Isso vai fechar sozinho ou precisa operar?”
A hérnia umbilical é muito comum na infância e, na maioria dos casos, fecha espontaneamente até os 4–5 anos de idade. A cirurgia costuma ser indicada quando a hérnia permanece após essa idade, aumenta de tamanho, causa dor ou apresenta sinais de encarceramento (quando o conteúdo fica preso). O procedimento é de pequeno porte, realizado com anestesia geral e geralmente permite alta no mesmo dia.
“É normal não conseguir puxar a pele do pênis do meu filho? Quando é necessário operar?”
Nos primeiros anos de vida, é normal que a pele do prepúcio não retraia completamente. Isso costuma melhorar naturalmente com o crescimento. A cirurgia (postectomia/circuncisão) pode ser indicada quando há infecções repetidas, dificuldade para urinar, dor, inflamações frequentes ou persistência importante da fimose após a infância. Em muitos casos, pomadas específicas podem ajudar antes de pensar em cirurgia.
“Meu filho sofre muito com intestino preso. Isso pode ser algo mais sério?”
A constipação intestinal é muito frequente nas crianças e geralmente melhora com mudanças alimentares, hidratação e orientação médica. Porém, em alguns casos, especialmente quando o problema começa logo nos primeiros meses de vida, há distensão abdominal importante, dificuldade para ganhar peso ou ausência de evacuação nos primeiros dias após o nascimento, pode ser necessária investigação para doenças como megacólon congênito (Doença de Hirschsprung), que pode exigir tratamento cirúrgico.
“O pediatra disse que o testículo do meu filho não desceu. Isso é grave?”
O testículo não descido (criptorquidia) acontece quando um ou ambos os testículos não chegam corretamente à bolsa escrotal. Em alguns bebês, a descida ocorre espontaneamente nos primeiros meses de vida. Quando isso não acontece até cerca de 6 meses a 1 ano, geralmente recomenda-se cirurgia para posicionar o testículo adequadamente. O tratamento precoce ajuda no desenvolvimento testicular e reduz riscos futuros de infertilidade e outras complicações.
“Como saber se a dor abdominal do meu filho pode ser cirúrgica?”
Nem toda dor abdominal na infância indica necessidade de cirurgia, mas alguns sinais merecem atenção. Dor intensa ou persistente, febre, vômitos frequentes, barriga endurecida, dificuldade para andar, perda de apetite importante ou dor localizada principalmente no lado direito inferior do abdome podem indicar condições cirúrgicas, como apendicite. Em bebês e crianças pequenas, irritabilidade excessiva e distensão abdominal também podem ser sinais importantes. A avaliação médica precoce é fundamental para um diagnóstico seguro e tratamento adequado.

