
Dra. Heloisa CalazansFisiatra Especialista em Dor
CRM-SP 174607
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Vila Madalena
Rua Harmonia, 1323 - Térreo - Loja 2 - Vila Madalena, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
28 de fevereiro: Sem disponibilidade
Corpo como parceiro! Reabilitação com foco em Dor Crônica e Terapias por Ondas de Choque
Idades que atende: Até 100 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Experiência em
- Reabilitação Cardíaca (pós IAM)
- Dor Crônica
- Terapia por Ondas de Choque
Foco de tratamento
- Reabilitação geral e Dor
Mais informações
Sou especializada em Terapia por Ondas de Choque, uma tecnologia consolidada na medicina regenerativa e amplamente utilizada no tratamento de tendinopatias crônicas, fascite plantar, epicondilites, bursites, calcificações, pseudoartroses e dor musculoesquelética persistente. O diferencial desse recurso é sua atuação direta na fisiopatologia da lesão. As ondas mecânicas estimulam neovascularização, modulam mediadores inflamatórios, promovem reorganização tecidual e ativam processos de regeneração local. Na prática clínica, é comum observar redução significativa da dor e melhora funcional já após a primeira sessão, especialmente quando há indicação precisa e protocolo adequado. No entanto, resultado rápido não é acaso — é estratégia. Integro a Terapia por Ondas de Choque a uma abordagem metabólica baseada em Nutrologia. Avalio deficiências nutricionais, estado inflamatório sistêmico, composição corporal e suporte proteico adequado, fatores que impactam diretamente a capacidade de reparo tecidual. A otimização nutricional potencializa os efeitos da terapia física, acelera recuperação e reduz risco de recidiva. Meu foco não é apenas aliviar a dor. É criar um ambiente biológico favorável à regeneração e à estabilidade clínica. Quando tecnologia e estratégia metabólica caminham juntas, os resultados deixam de ser pontuais — tornam-se consistentes e sustentáveis.
Dúvidas?
Dor crônica é normal com a idade?
Não. Dor persistente não é “parte natural do envelhecimento”. Ela é um sinal de que o sistema musculoesquelético ou nervoso precisa de estratégia. Envelhecer pode reduzir reserva funcional — mas dor constante indica desorganização biomecânica, inflamação ou sensibilização neural.
O que diferencia dor aguda de dor crônica?
Dor aguda é um alerta recente (trauma, inflamação inicial). Dor crônica é dor que persiste por mais de 3 meses e passa a envolver alterações no sistema nervoso — não apenas no tecido.
A Terapia por Ondas de Choque (TOC) é indicada para quais dores?
A TOC é especialmente eficaz para: • Tendinites crônicas (ombro, cotovelo, joelho) • Fascite plantar • Esporão do calcâneo • Bursites • Síndrome dolorosa miofascial • Calcificações Ela estimula regeneração tecidual e reorganiza inflamações crônicas.
Quantas sessões de TOC são necessárias?
Depende do diagnóstico e do tempo de evolução. Em média, 3 a 5 sessões com intervalo semanal já produzem melhora significativa. Lesões mais antigas ou calcificações podem exigir protocolo estendido.
A TOC substitui fisioterapia?
Não. Ela potencializa a reabilitação. Ondas de choque reorganizam tecido e ativam regeneração, mas o ganho funcional exige reeducação de movimento. Sem estratégia de função, o corpo tende a repetir padrões que causaram a dor.
Dor crônica tem relação com inflamação sistêmica e nutrição?
Sim. Inflamação metabólica, resistência à insulina, excesso de gordura visceral e deficiência de micronutrientes influenciam dor. A nutrologia entra aqui: Organizar metabolismo é reduzir o “ruído inflamatório” do corpo.
Perder peso melhora dor crônica?
Na maioria dos casos, sim — mas não apenas por reduzir carga mecânica. Perda de peso melhora: • Perfil inflamatório • Sensibilidade insulínica • Qualidade do sono • Disposição para movimento O corpo deixa de estar em guerra constante
TOC pode ajudar em dor miofascial?
Sim. Na dor miofascial, existem pontos gatilho e tecido com baixa oxigenação. A TOC: • Aumenta vascularização • Estimula remodelação • Reduz dor local É especialmente útil quando infiltrações não sustentaram resultado.
TOC serve para hérnia de disco?
Ela não “cura” hérnia. Mas pode ajudar na dor muscular associada e nos pontos de tensão secundários. O tratamento da hérnia é multifatorial: controle inflamatório, reabilitação e reorganização postural.
Nutrologia e análogos de GLP-1 (Ozempic, mounjaro) ajudam na dor?
Em pacientes com sobrepeso, inflamação metabólica e dor articular, medicamentos como agonistas de GLP-1 podem melhorar: • Redução de peso • Inflamação sistêmica • Capacidade funcional Eles não são analgésicos — mas melhoram o terreno biológico.
TOC ajuda em calcificação no ombro?
Sim. É uma das indicações clássicas, principalmente quando o paciente não deseja passar por cirurgia ou não tem condições clínicas para tal. As ondas de choque fragmentam microdepósitos de cálcio e estimulam absorção progressiva. Resultados costumam aparecer nas semanas seguintes.
Dor crônica é psicológica?
Não. Mas o sistema nervoso aprende dor. Estresse, ansiedade e hipervigilância aumentam a amplificação do sinal doloroso. Por isso tratamento eficaz envolve corpo, metabolismo e sistema nervoso.
A TOC é segura?
Sim, quando aplicada por profissional habilitado. Efeitos colaterais possíveis: • Vermelhidão local • Sensibilidade transitória • Pequeno hematoma Complicações graves são raras.
Quem não pode fazer TOC?
Contraindicações incluem: • Gestação na área aplicada • Distúrbios graves de coagulação • Tumor na região • Infecção ativa local Avaliação médica é essencial antes de indicar.
Dor crônica tem cura?
Algumas têm. Outras têm controle. O objetivo realista é: Restaurar função apesar da dor . Quando função volta, identidade deixa de ser “sou alguém com dor”.
TOC substitui cirurgia?
Em muitos quadros de tendinopatia crônica, pode evitar cirurgia. Mas não substitui correção estrutural quando há ruptura completa ou instabilidade importante.
Se eu fizer TOC mas continuar sedentária, adianta?
Ondas de choque reorganizam tecido. Mas o corpo precisa reaprender a se mover. Sem mudança comportamental, a dor tende a retornar.
Dor crônica pode estar ligada à deficiência de vitaminas?
Sim. Déficit de: • Vitamina D • Magnésio • B12 • Ferro Pode piorar dor muscular e fadiga. Avaliação nutrológica evita tratar sintoma ignorando causa metabólica.
Quando devo procurar avaliação especializada?
Quando: • A dor dura mais de 3 meses • Analgésicos não resolvem • Movimento piora progressivamente • Você começa a evitar atividades por medo de dor Dor não é identidade. É um sistema pedindo estratégia
A TOC dói durante a aplicação?
Pode haver desconforto leve a moderado durante a sessão, especialmente em áreas com inflamação crônica ativa ou maior sensibilização local. Entretanto, desenvolvi protocolos específicos para modular a intensidade da aplicação e reduzir significativamente o desconforto — com ajustes progressivos de energia, frequência e tempo de exposição conforme o perfil de cada paciente. Nos casos em que o quadro exige um tratamento mais intenso (calcificações densas, tendinopatias muito cronificadas ou pacientes com limiar de dor mais baixo), posso associar bloqueios analgésicos estratégicos. Isso permite aplicar a energia necessária para estimular regeneração sem comprometer tolerância ou experiência do paciente. O objetivo não é “aguentar dor”, mas entregar estímulo terapêutico eficaz com segurança e controle. Se quiser, posso revisar o FAQ inteiro ajustando a linguagem para reforçar autoridade técnica sem perder acessibilidade.
Quantas sessões de TOC são necessárias?
Depende do diagnóstico e do tempo de evolução. Em média, 3 a 5 sessões com intervalo semanal já produzem melhora significativa. Lesões mais antigas ou calcificações podem exigir protocolo estendido.
A TOC substitui fisioterapia?
Não. Ela potencializa a reabilitação. Ondas de choque reorganizam tecido e ativam regeneração, mas o ganho funcional exige reeducação de movimento. Sem estratégia de função, o corpo tende a repetir padrões que causaram a dor.
Dor crônica tem relação com inflamação sistêmica e nutrição?
Sim. Inflamação metabólica, resistência à insulina, excesso de gordura visceral e deficiência de micronutrientes influenciam dor. A nutrologia entra aqui: Organizar metabolismo é reduzir o “ruído inflamatório” do corpo.
Perder peso melhora dor crônica?
Na maioria dos casos, sim — mas não apenas por reduzir carga mecânica. Perda de peso melhora: • Perfil inflamatório • Sensibilidade insulínica • Qualidade do sono • Disposição para movimento O corpo deixa de estar em guerra constante
TOC pode ajudar em dor miofascial?
Sim. Na dor miofascial, existem pontos gatilho e tecido com baixa oxigenação. A TOC: • Aumenta vascularização • Estimula remodelação • Reduz dor local É especialmente útil quando infiltrações não sustentaram resultado.
TOC serve para hérnia de disco?
Ela não “cura” hérnia. Mas pode ajudar na dor muscular associada e nos pontos de tensão secundários. O tratamento da hérnia é multifatorial: controle inflamatório, reabilitação e reorganização postural.
Nutrologia e análogos de GLP-1 (Ozempic, mounjaro) ajudam na dor?
Em pacientes com sobrepeso, inflamação metabólica e dor articular, medicamentos como agonistas de GLP-1 podem melhorar: • Redução de peso • Inflamação sistêmica • Capacidade funcional Eles não são analgésicos — mas melhoram o terreno biológico.
TOC ajuda em calcificação no ombro?
Sim. É uma das indicações clássicas, principalmente quando o paciente não deseja passar por cirurgia ou não tem condições clínicas para tal. As ondas de choque fragmentam microdepósitos de cálcio e estimulam absorção progressiva. Resultados costumam aparecer nas semanas seguintes.
Dor crônica é psicológica?
Não. Mas o sistema nervoso aprende dor. Estresse, ansiedade e hipervigilância aumentam a amplificação do sinal doloroso. Por isso tratamento eficaz envolve corpo, metabolismo e sistema nervoso.
A TOC é segura?
Sim, quando aplicada por profissional habilitado. Efeitos colaterais possíveis: • Vermelhidão local • Sensibilidade transitória • Pequeno hematoma Complicações graves são raras.
Quem não pode fazer TOC?
Contraindicações incluem: • Gestação na área aplicada • Distúrbios graves de coagulação • Tumor na região • Infecção ativa local Avaliação médica é essencial antes de indicar.
Dor crônica tem cura?
Algumas têm. Outras têm controle. O objetivo realista é: Restaurar função apesar da dor . Quando função volta, identidade deixa de ser “sou alguém com dor”.
TOC substitui cirurgia?
Em muitos quadros de tendinopatia crônica, pode evitar cirurgia. Mas não substitui correção estrutural quando há ruptura completa ou instabilidade importante.
Se eu fizer TOC mas continuar sedentária, adianta?
Ondas de choque reorganizam tecido. Mas o corpo precisa reaprender a se mover. Sem mudança comportamental, a dor tende a retornar.
Dor crônica pode estar ligada à deficiência de vitaminas?
Sim. Déficit de: • Vitamina D • Magnésio • B12 • Ferro Pode piorar dor muscular e fadiga. Avaliação nutrológica evita tratar sintoma ignorando causa metabólica.
Quando devo procurar avaliação especializada?
Quando: • A dor dura mais de 3 meses • Analgésicos não resolvem • Movimento piora progressivamente • Você começa a evitar atividades por medo de dor Dor não é identidade. É um sistema pedindo estratégia

