
Psicóloga Clínica - Juliana FurtadoPsicóloga Clínica Psicoterapeuta Psicopedagoga
CRP-SP 06/88269
R$ 250,00 / 50 min
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Pinheiros
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1461 - Torre Sul - 6º andar - Pinheiros, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
Um psicólogo pode ser um membro valioso da sua rede — alguém que te ajuda a enfrentar desafios e celebrar conquistas.
Idades que atende: A partir de 4 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Experiência em
- Psicóloga de crianças, adolescentes e adultos
- Psicóloga para dependentes químicos e familiares
- Psicóloga de pacientes com transtornos psicológicos e comportamentais
- Psicopedagoga de crianças que possuem dificuldades no aprendizado/alfabetização
Foco de tratamento
- Ansiedade
- Psicopedagogia
- Dependência Química
- Depressão
- Transtornos psicológicos e comportamentais
Formação
Faculdade de Varginha (FAVENI)
Especialização em TCC
Conclusão em 2022
Universidade São Marcos
Psicologia
Conclusão em 2007
Universidade São Marcos
Especialização em Dependência Química
Conclusão em 2007
Mais informações
Atendimentos presenciais e online, com foco em acolhimento, clareza no processo terapêutico e resultados que impactam o dia a dia. Experiência sólida em dependência química, transtornos psicológicos, comportamentais e na psicopedagogia.
Dúvidas?
Qual o principal objetivo do tratamento psicológico?
Mais do que parar de usar a substância, o objetivo é: compreender o sentido do uso, desenvolver novas formas de lidar com emoções, reconstruir vínculos, promover autonomia e qualidade de vida.
A família influencia no tratamento?
Sim, de forma decisiva. A família pode: ajudar no apoio emocional, aprender a evitar comportamentos de codependência, estabelecer limites saudáveis, participar do processo de recuperação.
O que é codependência?
É quando familiares ou pessoas próximas passam a organizar a própria vida em função do dependente, muitas vezes reforçando o adoecimento sem perceber.
A dependência química tem cura?
Fala-se em controle e recuperação, não em cura definitiva. A pessoa pode viver bem e sem uso, desde que mantenha cuidados contínuos com a saúde emocional e comportamental.
Qual a importância da motivação no tratamento?
A motivação é central. Muitas pessoas iniciam o tratamento sem desejo próprio, e a Psicologia trabalha justamente para desenvolver a motivação interna para a mudança.
A internação é sempre necessária?
Não. A internação é indicada apenas em casos específicos, como:, risco de vida, abstinência grave, falta total de suporte social. O tratamento ambulatorial é possível em muitos casos.
Qual o papel da Psicologia no tratamento da dependência química?
A Psicologia atua: Na compreensão dos fatores emocionais e comportamentais envolvidos no uso; no tratamento de comorbidades (ansiedade, depressão, traumas); no fortalecimento da motivação para mudança; na prevenção de recaídas; na reconstrução da identidade e do projeto de vida.
O que é dependência química?
A dependência química é uma doença crônica caracterizada pelo uso compulsivo de substâncias psicoativas, apesar das consequências negativas físicas, psicológicas, sociais e emocionais. Envolve alterações no cérebro, no comportamento e na capacidade de autocontrole.
O que são transtornos psicológicos e comportamentais?
São condições que afetam o pensamento, as emoções, o comportamento e a forma de se relacionar, causando sofrimento psíquico e prejuízos na vida pessoal, social, acadêmica ou profissional.
Transtorno psicológico é o mesmo que “loucura”?
Não. Esse é um mito. Transtornos psicológicos são condições de saúde, como qualquer outra doença, e podem ser tratados. Pessoas com transtornos mantêm consciência e capacidade de viver em sociedade.
Dependência química é falta de força de vontade?
Não. A dependência química não é fraqueza moral, mas uma condição de saúde reconhecida pela OMS. O uso contínuo da substância altera os circuitos cerebrais ligados à recompensa, tomada de decisão e controle dos impulsos.
Toda pessoa que usa drogas se torna dependente?
Não. O desenvolvimento da dependência depende de múltiplos fatores: Genéticos, Psicológicos, Sociais, Tipo de substância, Frequência e contexto de uso.
Quais transtornos psicológicos costumam estar associados à dependência química? Os mais comuns são: Depressão Ansiedade Transtorno bipolar Transtornos de personalidade Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) Essa associação é chamada de comorbidade ou diagnóstico duplo.
Os mais comuns são: depressão, ansiedade, transtorno bipolar, transtornos de personalidade, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Essa associação é chamada de comorbidade ou diagnóstico duplo.
A recaída significa fracasso no tratamento?
Não. A recaída faz parte do processo de recuperação e deve ser compreendida como um sinal de que algo precisa ser ajustado no tratamento, não como falha pessoal.
O tratamento psicológico funciona sem medicação?
Depende de cada caso. Em alguns quadros, a psicoterapia isolada pode ser suficiente; em outros, o tratamento ideal é multiprofissional, envolvendo psicólogo, psiquiatra, médico e assistência social.
Quais abordagens psicológicas são mais utilizadas?
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC); Entrevista Motivacional; Psicoterapia Psicodinâmica; Terapia Familiar; Terapia em grupo.
Quais são os transtornos psicológicos mais comuns?
Alguns dos mais frequentes são:; Transtornos de ansiedade Depressão; Transtornos de humor (como transtorno bipolar); Transtornos de personalidade; Transtornos relacionados ao uso de substâncias; TDAH; Transtornos alimentares
Ansiedade é sempre um transtorno?
Não. A ansiedade é uma resposta natural do organismo. Ela se torna um transtorno quando é intensa, frequente e desproporcional, interferindo na rotina e no bem-estar.
Depressão é apenas tristeza?
Não. A depressão envolve: Tristeza persistente; Perda de interesse ou prazer; Alterações no sono e apetite; Cansaço excessivo; Pensamentos negativos recorrentes Ela vai muito além de “estar triste”.
Transtornos psicológicos têm cura?
Alguns transtornos podem ter remissão completa, outros são crônicos, mas todos podem ser tratados e controlados, proporcionando qualidade de vida.
O que causa um transtorno psicológico?
Geralmente é uma combinação de fatores: Biológicos (genética, neuroquímica); Psicológicos (história de vida, traumas); Sociais (ambiente, relações, estresse); Culturais. Não existe uma única causa.
Crianças e adolescentes podem ter transtornos psicológicos?
Sim. Crianças e adolescentes também podem apresentar transtornos emocionais e comportamentais, como ansiedade, depressão, TDAH e dificuldades de comportamento.
Transtornos psicológicos afetam o comportamento?
Sim. Eles podem influenciar: Irritabilidade; Isolamento social; Agressividade; Impulsividade; Uso de substâncias; Dificuldades de autocontrole.
Todo comportamento diferente é um transtorno?
Não. Para ser considerado transtorno, o comportamento precisa ser: Persistente; Intenso; Prejudicial; Causar sofrimento ou prejuízo funcional. Diferenças individuais não são, por si só, transtornos.
Psicoterapia é indicada para quais transtornos?
A psicoterapia é indicada para: Ansiedade; Depressão; Transtornos de personalidade; Transtornos alimentares; Uso de substâncias; Problemas emocionais e comportamentais em geral.
Medicamentos são sempre necessários?
Não. Em alguns casos, psicoterapia é suficiente. Em outros, o tratamento combinado (psicoterapia + psiquiatria) é o mais indicado. A decisão deve ser feita por profissionais.
Transtornos psicológicos têm relação com estresse?
Sim. O estresse crônico pode: Desencadear transtornos; Agravar sintomas; Dificultar a recuperação. Por isso, o manejo do estresse é parte do tratamento.
Falar sobre saúde mental incentiva transtornos?
Não. Pelo contrário: informação previne, reduz estigmas e favorece o cuidado precoce.
Como ajudar alguém com transtorno psicológico?
Escutar sem julgamento; Evitar minimizar o sofrimento; Incentivar ajuda profissional; Oferecer apoio e paciência.
Quando procurar ajuda psicológica?
Quando a pessoa: Sofre emocionalmente com frequência; Tem dificuldades para lidar com emoções; Percebe prejuízo na vida diária; Não consegue resolver sozinha. Não é preciso “estar no limite” para buscar ajuda.

