
Juliana VazPsicóloga Clínica Neuropsicólogo
CRP-RJ 51447-5
R$ 450,00 / 50 min
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Perdizes
Avenida Antártica, 675 - 19º Andar - Água Branca, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
Este profissional não possui disponibilidade nesse endereço.
Avaliação Neuropsicologica
Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional
Experiência em
- Neuropsicologia
Foco de tratamento
- TEA
- TDAH
- Dificuldade de Aprendizagem
- Altas Habilidades
Formação

Universidade Estácio de Sá
Psicologia
Conclusão em 2014
Mais informações
O processo envolve: • entrevista clínica detalhada com os responsáveis • sessões de avaliação com instrumentos científicos padronizados • observação clínica do funcionamento cognitivo, emocional e comportamental • análise integrada dos resultados obtidos • devolutiva clínica e entrega de laudo neuropsicológico completo, com orientações para família, escola e profissionais de saúde Realizo atendimentos em português e inglês. Além da minha formação clínica, também sou mãe do Bento e atriz de teatro. A avaliação neuropsicológica é um processo cuidadoso e estruturado, que busca não apenas investigar diagnósticos, mas compreender a forma como a criança pensa, aprende, sente e se relaciona com o mundo. O processo resulta em laudos claros, detalhados e clinicamente úteis para famílias, médicos e escolas. Atendimento presencial em Perdizes
Dúvidas?
Quando devo me preocupar de verdade com o desenvolvimento do meu filho?
Nem todo atraso ou comportamento diferente indica um problema — mas também nem tudo deve ser ignorado. Mais importante do que um sintoma isolado é o padrão: intensidade, frequência e impacto no dia a dia. A avaliação neuropsicológica ajuda justamente a diferenciar o que faz parte do desenvolvimento esperado e o que merece atenção mais aprofundada.
Avaliação neuropsicológica é só para fechar diagnóstico?
Não. Esse é um dos maiores equívocos. A avaliação é uma ferramenta de compreensão. Muitas vezes, o maior ganho não é o diagnóstico em si, mas a clareza sobre como a criança aprende, reage e se desenvolve — o que permite intervenções muito mais assertivas.
E se o resultado mostrar que não há nenhum transtorno?
Isso também é um resultado — e um dos mais importantes. Ele evita rótulos desnecessários e ajuda a direcionar melhor as expectativas da família e da escola. Em muitos casos, ajustando o ambiente e a forma de condução, a criança evolui de forma significativa.
Por que o processo leva várias sessões?
Porque uma avaliação bem feita não é baseada em um único momento. É necessário observar a criança em diferentes contextos, aplicar instrumentos variados e integrar essas informações com a história de desenvolvimento e o ambiente em que ela está inserida.
Tenho medo de rotular meu filho e acabar atrapalhando. O que fazer?
O risco maior está na falta de clareza — não no conhecimento. Quando bem conduzida, a avaliação não rotula, ela organiza. Ela permite compreender limites e potencialidades, evitando interpretações equivocadas e intervenções inadequadas.
O que diferencia uma avaliação comum de uma avaliação realmente bem feita?
A profundidade da análise. Não é sobre aplicar muitos testes, mas sobre integrar informações de forma coerente, gerar hipóteses clínicas consistentes e traduzir isso em orientações práticas que façam sentido na vida real da criança e da família.
Como saber se estou exagerando ou sendo negligente como mãe/pai?
Essa é uma dúvida muito comum — e legítima. Buscar entender já é um sinal de cuidado. A avaliação ajuda justamente a trazer objetividade para essa percepção, reduzindo a ansiedade e dando mais segurança nas decisões.

