
Dra. Leticia PeresClínica Geral (RQE 55713)Cardiologista (RQE 55714)
CRM-RJ 113451-5
R$ 700,00 / 1 h
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Botafogo
Rua Visconde de Ouro Preto, 5 - 5º andar - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
*Dias disponíveis para atendimento:
26 de agosto - 31 de agostoSem disponibilidade
Saúde & Movimento.
Idades que atende: A partir de 17 anos
Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional
Experiência em
- Cardiologia Clínica
- Arritmologia
Foco de tratamento
- Cardiologia Geral
- Arritmologia
- Longevidade
Hospitais
Hospital Barra D'Or
Hospital Rios D'Or
Formação
Faculdade Souza Marques
Medicina
Conclusão em 2018
Mais informações
Faculdade de Medicina pela Souza Marques Residência de Clínica Médica pelo Hospital Municipal Miguel Couto Residência de Cardiologia pelo Barra Dor
Dúvidas?
Quais são os principais sintomas de um infarto (ataque cardíaco)?
Os sintomas mais comuns são dor ou aperto no peito (que pode se espalhar para o braço esquerdo, mandíbula ou costas), falta de ar, suor frio, náusea e sensação de mal-estar intenso. Em mulheres, idosos e diabéticos, os sinais podem ser mais sutis, como cansaço incomum, tontura ou desconforto no estômago, sem a dor típica no peito. Se você ou alguém perto de você apresentar esses sintomas, procure atendimento de emergência imediatamente — quanto mais rápido o tratamento, maior a chance de preservar o músculo cardíaco.
O que é pressão alta e por que ela é perigosa?
A hipertensão é o aumento crônico da pressão do sangue nas artérias, geralmente definida como valores iguais ou superiores a 140/90 mmHg. É chamada de "assassina silenciosa" porque raramente causa sintomas nas fases iniciais, mas com o tempo danifica vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro, aumentando o risco de infarto, AVC e insuficiência renal. O controle é feito com mudanças no estilo de vida (alimentação com menos sódio, atividade física, controle do peso) e, quando necessário, medicação.
Qual a diferença entre colesterol "bom" e colesterol "ruim"?
O LDL é chamado de colesterol "ruim" porque, em excesso, se deposita nas paredes das artérias, formando placas que podem obstruir o fluxo sanguíneo e levar a infartos ou AVCs. Já o HDL é o colesterol "bom", pois ajuda a remover o excesso de colesterol do sangue, transportando-o de volta ao fígado. O ideal é manter o LDL baixo e o HDL em níveis adequados, o que se consegue com alimentação equilibrada, exercícios regulares e, em alguns casos, medicação prescrita pelo cardiologista.
Com que frequência devo fazer check-up cardiológico e quais exames são recomendados?
Para adultos sem fatores de risco, uma avaliação cardiológica anual a partir dos 35-40 anos costuma ser suficiente, incluindo exame clínico, aferição da pressão arterial e eletrocardiograma. Pessoas com histórico familiar de doença cardíaca, hipertensão, diabetes, obesidade ou tabagismo devem iniciar o acompanhamento mais cedo e com maior frequência, podendo incluir exames como ecocardiograma, teste ergométrico e perfil lipídico. O ideal é conversar com um cardiologista para definir a periodicidade e os exames mais adequados ao seu perfil de risco.
O que é arritmia cardíaca e quais são os tipos mais comuns?
Arritmia é qualquer alteração no ritmo normal dos batimentos cardíacos — o coração pode bater rápido demais (taquicardia), devagar demais (bradicardia) ou de forma irregular. Os tipos mais comuns incluem a fibrilação atrial (batimentos irregulares e geralmente acelerados, mais frequente em pessoas acima de 60 anos), as extrassístoles (batimentos extras, muitas vezes benignos) e a taquicardia supraventricular. Algumas arritmias são inofensivas, enquanto outras aumentam o risco de AVC ou insuficiência cardíaca, por isso o diagnóstico correto com um cardiologista é essencial.
Palpitações são sempre sinal de um problema cardíaco grave?
Não necessariamente. Palpitações — a sensação de que o coração está "disparando", "falhando" ou batendo forte — podem ser causadas por fatores simples como estresse, ansiedade, cafeína excessiva, falta de sono ou esforço físico intenso, e geralmente são passageiras e benignas. No entanto, palpitações frequentes, prolongadas, acompanhadas de tontura, falta de ar, dor no peito ou desmaio merecem avaliação médica, pois podem indicar uma arritmia que precisa de tratamento. Na dúvida, vale a pena investigar com acompanhamento médico.
Quais hábitos realmente ajudam a viver mais e com mais saúde?
As evidências científicas mais consistentes apontam para um conjunto de hábitos simples: alimentação baseada em vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras boas (como a dieta mediterrânea); prática regular de atividade física (pelo menos 150 minutos por semana); sono de qualidade (7 a 9 horas); não fumar e moderar o álcool; manter o peso e a pressão arterial controlados; cultivar relações sociais e saúde mental; e fazer check-ups preventivos regulares. Não existe fórmula mágica ou suplemento milagroso — a combinação desses hábitos ao longo da vida é o que mais impacta a longevidade e a qualidade de vida.

