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Letícia Filgueira Rocha
Psicóloga Clínica
Psicoterapeuta

CRP-SP 06/200206

R$ 280,00 / 1 h

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Paulista

Avenida Paulista, 2064/2086 - 21º Andar - Bela Vista, São Paulo - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Seg.Ter.Sex.



25 de março - 26 de marçoSem disponibilidade


28 de março: Sem disponibilidade

Psicologia comportamental e cognitiva (TCC) na busca pela promoção da autonomia e bem-estar

Idades que atende: Entre 18 e 59 anos

Retorno: Sem retorno gratuito

Experiência em

  • Psicologia Clínica
  • Terapia Cognitivo Comportamental

Foco de tratamento

  • Transtorno Obsessivo Compulsivo
  • Transtorno de Estresse Pós Traumático
  • Depressão
  • Ansiedade
  • Desregulação emocional
  • Valores e objetivos de vida
  • Habilidades sociais
  • Relacionamento
  • Público LGBTQIAP+
  • Violência de gênero

Hospitais

  • Hospital das Clínicas

Formação

  • Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)

    Especialização em terapia cognitivo comportamental

    Conclusão em 2025

Mais informações

Sou especialista em Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) pela Faculdade de Medicina da USP, onde atuei no ambulatório de Ansiedade atendendo casos de Depressão, Transtorno de Estresse Pós Traumático, dentre outros. Além disso, sou membro integrante do Programa de Transtorno Obsessivo Compulsivo do Hospital das Clínicas do Instituto de Psiquiatria da USP, realizando pesquisa e atendimento focado no tratamento do TOC e Transtornos Relacionados.

Dúvidas?

Vou precisar de medicação?

Psicólogos não prescrevem. A necessidade de medicação é avaliada por um médico psiquiatra. Muitas vezes psicoterapia e medicação se complementam.

Por que quem sofre permanece no relacionamento mesmo sabendo que é abusivo?

Fatores empíricos incluem coerção e controle (isolamento, vigilância, controle financeiro), dependência econômica, medo pela própria segurança ou pela segurança dos filhos, esperança de mudança e o que a literatura chama “trauma bonding” por reforço intermitente. Estudos mostram também que o risco de violência grave ou homicídio pode aumentar no momento da separação, o que explica decisões de adiar a saída sem que isso seja sinal de concordância com o abuso.

O que é o TOC e isso tem tratamento?

O TOC caracteriza‑se por obsessões (ideias, imagens ou impulsos intrusivos e angustiantes) e/ou compulsões (comportamentos ou rituais repetitivos). Não é simplesmente “uma mania” ou falta de força de vontade, é uma condição clínica com bases neurobiológicas e comportamentais. Existem tratamentos eficazes que reduzem sintomas e melhoram o funcionamento: a Terapia Cognitivo‑Comportamental com Exposição e Prevenção de Resposta (TCC‑ERP) e os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS).

Como sei se preciso de terapia?

Se o sofrimento atrapalha sono, trabalho ou relacionamentos, se há padrões que você não quer mais repetir ou dificuldade para lidar com emoções e mudanças, é um bom sinal para buscar ajuda. Não precisa esperar uma crise.

Terapia é só conversar?

Conversar é importante, mas a terapia também inclui avaliação, formulação do caso, técnicas específicas, tarefas entre sessões e trabalho sobre comportamentos e crenças, é um processo estruturado.

A terapia vai me fazer reviver o trauma e piorar?

É comum temer uma piora. Estudos mostram que as terapias focalizadas no trauma, em geral, reduzem os sintomas no médio e longo prazo. Pode ocorrer aumento transitório de angústia durante o processamento, mas não há evidência de dano persistente causado por essas intervenções.

Sobre relacionamentos, como distinguir abuso psicológico (incluindo gaslighting) de conflitos conjugais?

Abuso psicológico persistente é caracterizado por padrões repetidos de desvalorização, manipulação da realidade, negação sistemática das experiências da vítima e tentativas de controle comportamental, não se trata apenas de desentendimentos pontuais. Evidências associam abuso psicológico a depressão, ansiedade e sintomas de trauma, mesmo sem agressão física.