
Marina TavaresPsicóloga Clínica Psicoterapeuta
CRP-SP CRP 06/211227
R$ 220,00 / 1 h
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Ibirapuera (Flex)
Rua Agostinho Rodrigues Filho, 550 - Edifício OP Art - 4º andar - Vila Clementino, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
23 de setembro: Sem disponibilidade
Psicologia humanista e Musicoterapia para mulheres, crianças e adolescentes, com experiência em neurodivergência.
Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional
Experiência em
- Psicologia infantil e do adolescente
- Atendimento psicológico a mulheres
- Musicoterapia
Foco de tratamento
- Autoconhecimento
- Questões emocionais e dificuldades de expressão
- Questões relacionadas à infância e adolescência
- Neurodivergência
- Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Formação
Centro Universitário FMU
Psicologia
Conclusão em 2024
Mais informações
Meu trabalho é orientado pela abordagem humanista, especialmente pela Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Isso significa que o processo terapêutico é construído de forma individualizada, considerando a história, o momento, as necessidades e a maneira própria de cada pessoa se relacionar e se expressar. Nos atendimentos com mulheres e adolescentes, a conversa costuma ser o principal recurso, mas pode ser ampliada, quando fizer sentido, por propostas expressivas e criativas. Não trabalho a partir de um roteiro rígido: os recursos utilizados são pensados de acordo com cada processo e com aquilo que aparece no encontro. Com crianças, valorizo especialmente o brincar e tenho interesse pela ludoterapia centrada na pessoa. Jogos, desenhos, histórias, música, instrumentos e outros recursos podem fazer parte dos atendimentos, não apenas como atividades, mas como possibilidades de comunicação, expressão e construção de vínculo. Tenho experiência com crianças neurodivergentes, incluindo crianças autistas verbais e não verbais. Nesses casos, procuro estar atenta também às formas de comunicação que acontecem para além da fala, respeitando aspectos como interesses, necessidades sensoriais, tempo de aproximação, formas de interação e modos particulares de participar do encontro. Minha formação em Musicoterapia amplia as possibilidades de escuta e intervenção. A música pode estar presente quando for pertinente ao processo, mas não é uma exigência nem aparece da mesma forma em todos os atendimentos. Busco construir cada acompanhamento de forma colaborativa, respeitando a singularidade da pessoa e entendendo que pessoas com queixas ou diagnósticos semelhantes podem precisar de caminhos terapêuticos muito diferentes.

