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Marina Tavares
Psicóloga Clínica
Psicoterapeuta

CRP-SP CRP 06/211227

R$ 220,00 / 1 h

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Moema

Avenida dos Carinás, 185 - 2º Andar - Indianópolis, São Paulo - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Sex.Sab.



28 de setembro - 01 de outubroSem disponibilidade

Psicologia humanista e Musicoterapia para mulheres, crianças e adolescentes, com experiência em neurodivergência.

Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional

Experiência em

  • Psicologia infantil e do adolescente
  • Atendimento psicológico a mulheres
  • Musicoterapia

Foco de tratamento

  • Autoconhecimento
  • Questões emocionais e dificuldades de expressão
  • Questões relacionadas à infância e adolescência
  • Neurodivergência
  • Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Mais informações

Meu trabalho é orientado pela abordagem humanista, especialmente pela Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Isso significa que o processo terapêutico é construído de forma individualizada, considerando a história, o momento, as necessidades e a maneira própria de cada pessoa se relacionar e se expressar. Nos atendimentos com mulheres e adolescentes, a conversa costuma ser o principal recurso, mas pode ser ampliada, quando fizer sentido, por propostas expressivas e criativas. Não trabalho a partir de um roteiro rígido: os recursos utilizados são pensados de acordo com cada processo e com aquilo que aparece no encontro. Com crianças, valorizo especialmente o brincar e tenho interesse pela ludoterapia centrada na pessoa. Jogos, desenhos, histórias, música, instrumentos e outros recursos podem fazer parte dos atendimentos, não apenas como atividades, mas como possibilidades de comunicação, expressão e construção de vínculo. Tenho experiência com crianças neurodivergentes, incluindo crianças autistas verbais e não verbais. Nesses casos, procuro estar atenta também às formas de comunicação que acontecem para além da fala, respeitando aspectos como interesses, necessidades sensoriais, tempo de aproximação, formas de interação e modos particulares de participar do encontro. Minha formação em Musicoterapia amplia as possibilidades de escuta e intervenção. A música pode estar presente quando for pertinente ao processo, mas não é uma exigência nem aparece da mesma forma em todos os atendimentos. Busco construir cada acompanhamento de forma colaborativa, respeitando a singularidade da pessoa e entendendo que pessoas com queixas ou diagnósticos semelhantes podem precisar de caminhos terapêuticos muito diferentes.

Dúvidas?

O que significa trabalhar com a Abordagem Centrada na Pessoa?

Toda psicoterapia acontece com uma pessoa, claro. Na Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), porém, “centrada na pessoa” tem um sentido específico: significa não partir da ideia de que o terapeuta já sabe, de antemão, qual é o melhor caminho para quem está diante dele. Busco compreender a experiência a partir da forma como cada pessoa a vive, respeitando seu tempo, sua autonomia e sua singularidade. A relação terapêutica, construída com empatia, autenticidade e acolhimento, ocupa um lugar central no processo. A técnica existe, mas não vem antes da pessoa.

Preciso saber falar sobre o que estou sentindo para começar a terapia?

Não. Muitas vezes, justamente uma das dificuldades que levam alguém à terapia é não conseguir nomear ou organizar aquilo que está vivendo. O processo pode começar a partir do que for possível naquele momento, no seu próprio tempo. Aos poucos, aquilo que ainda parece confuso ou difícil de colocar em palavras pode encontrar outras formas de ser compreendido e expresso.

Como funciona a primeira sessão?

O primeiro encontro é um espaço para começarmos a nos conhecer, compreender o que motivou a busca pelo atendimento e conversar sobre expectativas e necessidades. Não é preciso chegar sabendo exatamente o que dizer ou por onde começar. Esse primeiro momento também serve para que você conheça um pouco da minha forma de trabalhar e para que possamos entender, juntos, os próximos passos do processo.

Como são os atendimentos com crianças?

Com crianças, o brincar e os recursos expressivos podem ocupar um lugar importante no processo. Jogos, desenhos, histórias, música, instrumentos e outros recursos podem aparecer como formas de expressão, comunicação e construção de vínculo. O atendimento não parte de um roteiro rígido. Busco acompanhar a maneira própria de cada criança brincar, se comunicar, explorar o ambiente e estabelecer relação, respeitando seu tempo e sua singularidade.

Você atende crianças neurodivergentes?

Sim. Tenho experiência com crianças neurodivergentes, incluindo crianças autistas verbais e não verbais. Procuro estar atenta não apenas à fala, mas também às diferentes formas de comunicação que podem aparecer no encontro, respeitando interesses, necessidades sensoriais, tempo de aproximação e maneiras próprias de interagir e participar.

O que é Musicoterapia?

A Musicoterapia é uma prática terapêutica que utiliza a música, os sons e as experiências musicais dentro de uma relação de cuidado, com objetivos construídos a partir das necessidades de cada pessoa. A música pode favorecer diferentes formas de expressão, comunicação, vínculo, percepção de si e elaboração de experiências. Por isso, a Musicoterapia não se limita a uma faixa etária, diagnóstico ou contexto específico: pode fazer parte do cuidado de crianças, adolescentes e adultos, com diferentes demandas. Mais do que a música em si, importa o que pode acontecer por meio dela no encontro terapêutico.

Você utiliza música em todos os atendimentos?

Não. Minha formação em Musicoterapia amplia as possibilidades de trabalho, mas a música não precisa estar presente em todos os atendimentos. Ela pode aparecer quando fizer sentido para aquela pessoa e para o momento do processo, por meio da escuta, de instrumentos, da improvisação, da escolha de repertório ou de outras experiências expressivas. Em outros momentos, a conversa, o brincar ou outros recursos podem ocupar esse lugar.

Preciso saber tocar algum instrumento ou cantar para fazer Musicoterapia?

Não. Você não precisa saber tocar um instrumento, cantar ou ter qualquer conhecimento musical para fazer Musicoterapia. A experiência musical acontece a partir das possibilidades, interesses e necessidades de cada pessoa. A música pode aparecer por meio da escuta, da escolha de repertório, da exploração de sons, da improvisação, do uso de instrumentos ou de outras experiências expressivas. Não existe uma maneira “certa” de participar nem a expectativa de desempenho musical. O que importa é o significado que aquela experiência pode ter dentro do processo terapêutico.

Vou aprender a tocar um instrumento na Musicoterapia?

Se aprender ou explorar um instrumento for algo importante para o seu processo, isso pode acontecer. Mas não da mesma forma que em uma aula de música tradicional. Na Musicoterapia, o objetivo principal não é desenvolver técnica ou desempenho musical. A música e os instrumentos são recursos terapêuticos e expressivos, que podem favorecer comunicação, criatividade, vínculo, percepção de si e diferentes formas de expressão. Por isso, aprender alguns acordes, descobrir maneiras de produzir sons ou desenvolver maior familiaridade com um instrumento pode fazer parte do processo — desde que isso tenha sentido para aquela pessoa e para aquilo que está sendo trabalhado em terapia. O foco não está em tocar “certo”, mas no que pode ser vivido, expresso e elaborado por meio daquela experiência musical.