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Dr. Mateus Benatti Gondolfo
Infectologista (RQE 133159)

CRM-SP 262141

R$ 800,00 / 1 h

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Santo André

Avenida Portugal, 1285 - 3º Andar - Centro, Santo André - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Sex.


Sou Dr. Mateus Benatti Gondolfo, especialista em infecções musculoesqueléticas (Ortoinfectologia) pela UNIFESP.

Idades que atende: Entre 18 e 100 anos

Retorno: Retorno gratuito definido caso a caso pelo profissional

Experiência em

  • Infecções Musculoesquelética
  • Infectologia Geral
  • Infecção por Bactérias Multirresistentes

Foco de tratamento

  • Infecção musculoesquelética / Infecção osteoarticular / Ortoinfectologia / Osteomielite
  • Infecção periprotética / Infecção de prótese / Prótese de Quadril / Prótese de Joelho
  • Infecção articular / Artrite séptica / Artrite infecciosa
  • Pé Diabético
  • Infecção de pele e partes moles / Celulite / Erisipela / Impetigo
  • Infecção pós operatória / Infecção de Sítio Cirúrgico / Infecção cirúrgica
  • Infecção relacionada à implante / Infecção relacionada à fratura

Hospitais

  • Hospital São Paulo (UNIFESP)

Formação

  • Escola Paulista de Medicina - UNIFESP

    Curso de Medicina Musculoesquelética

    Conclusão em 2026

  • Grupo Hospitalar Conceição

    Residência Médica em Infectologia

    Conclusão em 2016

Mais informações

Infectologista especializado em infecções musculoesqueléticas pela UNIFESP com vasta experiência no diagnóstico e tratamento de infecção osteoarticular, incluindo infecção de osso e articulação, osteomielite e artrite infecciosa. Atuo também no manejo de complicações como infecções relacionadas às fraturas, infecções associadas a implantes, infecção de prótese articular como infecção de prótese de quadril, infecção de prótese de joelho e infecção de pé diabético. Meu atendimento abrange infecções comuns pneumonia bacteriana e viral, infecção urinária e infecção urinária de repetição, de pele e partes moles, como celulite, erisipela, impetigo. Com abordagem personalizada e baseada em evidências, priorizo um atendimento acolhedor, priorizando a recuperação segura dos pacientes, integrando exames avançados e terapias atualizadas. Agende sua consulta e conte com expertise dedicada para o seu cuidado.

Dúvidas?

O que é uma infecção musculoesquelética?

Infecção musculoesquelética é uma infecção que acomete ossos, articulações, músculos, tendões ou materiais implantados, como próteses e placas. Ela pode surgir após traumas, cirurgias, feridas ou até sem uma causa evidente. Os sintomas variam conforme o local e a gravidade, mas costumam incluir dor, inchaço, vermelhidão, calor local, dificuldade de movimento e, em alguns casos, febre. O tratamento depende do tipo e da extensão da infecção, e pode envolver antibióticos, procedimentos cirúrgicos e acompanhamento mais próximo.

Quais sinais indicam que posso estar com uma infecção no osso ou na articulação?

Os sinais mais comuns incluem dor persistente ou piora progressiva no local, inchaço, vermelhidão, calor, limitação para andar ou mexer a articulação, saída de secreção por ferida operatória ou ferida na pele e, às vezes, febre. Em pacientes com cirurgia recente, prótese, placa, pino ou histórico de ferida, esses sintomas merecem atenção especial. Nem sempre há febre, então a ausência dela não exclui infecção. Se houver suspeita, é importante procurar avaliação médica para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento correto o quanto antes.

Toda dor após cirurgia ortopédica significa infecção?

Não. Dor após cirurgia ortopédica pode fazer parte da recuperação normal, especialmente nos primeiros dias ou semanas. O que chama mais atenção para infecção é quando a dor piora em vez de melhorar, vem acompanhada de vermelhidão, calor, inchaço importante, febre, secreção na ferida ou dificuldade crescente para apoiar ou movimentar o membro. Cada caso precisa ser avaliado individualmente, porque o tempo de cirurgia, o tipo de procedimento e a evolução dos sintomas fazem diferença. Por isso, se algo parecer fora do esperado, o ideal é conversar com seu médico.

Quando devo procurar atendimento com urgência?

Você deve procurar atendimento com urgência se apresentar febre alta, dor intensa com piora rápida, vermelhidão que se espalha, saída de pus, ferida operatória abrindo, incapacidade de movimentar o membro, mal-estar importante ou piora súbita após cirurgia ou trauma. Em pessoas com prótese, placa, pino ou histórico de infecção, sinais discretos também podem ser relevantes. Se houver dúvida, é melhor avaliar cedo do que esperar a situação se agravar. O atendimento precoce costuma ajudar a evitar complicações.

Como é feito o diagnóstico de uma infecção musculoesquelética?

O diagnóstico é feito com base na história clínica, exame físico e, quando necessário, exames complementares. Isso pode incluir exames de sangue, imagem, coleta de material da ferida, articulação ou osso, além de culturas para identificar o microrganismo causador. Em alguns casos, é preciso associar informações de cirurgia prévia, uso de antibióticos, presença de implantes e evolução dos sintomas. Nem sempre o diagnóstico é imediato, porque algumas infecções são mais silenciosas ou se confundem com inflamação pós-operatória. Por isso, uma avaliação especializada faz diferença.

O tratamento de infecção ortopédica sempre exige cirurgia?

Não necessariamente, mas em alguns casos a cirurgia é parte importante do tratamento. A decisão depende do tipo de infecção, do tempo de evolução, da presença de implantes, da estabilidade do material e da gravidade do quadro. Em situações mais leves ou em fases iniciais, o tratamento pode ser feito com antibióticos e acompanhamento rigoroso. Em outros casos, pode ser necessário limpar a área infectada, drenar secreções ou até retirar material implantado. O mais importante é definir a estratégia certa para cada paciente, de forma individualizada.

O que posso fazer para ajudar na minha recuperação?

O mais importante é seguir corretamente as orientações médicas, usar os medicamentos nos horários indicados e comparecer às revisões agendadas. Também ajuda manter o local operado limpo e protegido quando necessário, observar sinais de piora, evitar esforço físico antes da liberação ortopédica e comunicar qualquer reação ao tratamento, como náusea, diarreia, alergia ou piora da dor. Em casos com cirurgia ou implante, o cuidado com a ferida e a vigilância dos sintomas fazem muita diferença. Se algo parecer diferente do esperado, avise sua equipe de saúde.

Como devo cuidar do curativo e da ferida operatória?

O cuidado com o curativo e a ferida operatória é muito importante para ajudar na cicatrização e reduzir o risco de complicações. Em geral, é essencial manter a área limpa e seca, seguir exatamente as orientações dadas na alta ou na consulta e não manipular a ferida sem necessidade. Se o curativo molhar, sujar ou se soltar, ele deve ser trocado conforme a orientação da equipe assistente. Também é importante observar sinais como aumento de vermelhidão, inchaço, dor, calor local, saída de secreção ou mau cheiro, porque esses achados podem indicar que algo não está evoluindo como esperado. Se houver qualquer dúvida sobre o curativo ou a ferida, o ideal é entrar em contato com sua equipe médica antes de tentar resolver por conta própria.

Por que preciso usar antibiótico por tanto tempo?

Infecções em ossos, articulações e implantes costumam ser mais difíceis de tratar do que infecções comuns da pele ou garganta. Isso acontece porque a circulação no local pode ser limitada e alguns microrganismos conseguem permanecer aderidos a superfícies internas, como próteses e placas. Por esse motivo, o antibiótico muitas vezes precisa ser usado por mais tempo e de forma bem orientada. Mesmo quando os sintomas melhoram rápido, é importante seguir exatamente o tempo prescrito, para reduzir o risco de recaída e aumentar a chance de cura completa.

Infecções musculoesqueléticas têm cura?

Sim, muitas infecções musculoesqueléticas têm cura, especialmente quando diagnosticadas cedo e tratadas da forma adequada. O resultado depende de vários fatores, como o local da infecção, o agente causador, o tempo de evolução, a presença de próteses ou outros materiais implantados e a resposta individual de cada paciente. Em alguns casos, o tratamento é mais simples e pode envolver antibióticos e acompanhamento. Em outros, pode ser necessário complementar com procedimentos cirúrgicos. O mais importante é entender que, com diagnóstico correto, tratamento orientado e seguimento próximo, as chances de controle e cura são boas.