
Natália Barcelos CardosoPsicanalista Psicoterapeuta Psicóloga Clínica
CRP-SP 06/170468
R$ 250,00 / 50 min
Débito e PIX
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Bela Vista (6º andar)
Rua Cincinato Braga, 340 - 6º Andar - Bela Vista, São Paulo - SP
*Dias disponíveis para atendimento:
Este profissional não possui disponibilidade nesse endereço.
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana“- Jung
Idades que atende: Entre 5 e 59 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Experiência em
- Psicologia
- Pediatria
- Cuidados paliativos
Foco de tratamento
- Crianças
- Pacientes crônicos
- Cuidados Paliativos
- Adultos
Hospitais
Hospital Infantil Sabará
Formação

Hospital Israelita Albert Einstein
Cuidados Paliativos
Conclusão em 2026
Rede D'or
Psicologia Hospitalar
Conclusão em 2024
Hospital das Clínicas (FMUSP)
Pós graduação em Pediatria
Conclusão em 2023
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Psicologia
Conclusão em 2021
Mais informações
Sou psicanalista e psicóloga (Universidade Federal do Triângulo Mineiro- UFTM); sendo especialista em Psicologia Pediátrica (HCFMUSP), Cuidados Paliativos (Hospital Albert Einstein), Psico-Oncologia (CCMG) e Psicologia Hospitalar (Rede DOr). Atualmente realizo atendimentos de crianças, adolescentes e adultos na modalidade presencial (São Paulo) e online.
Dúvidas?
Tenho medo de começar a terapia porque acho que vou precisar falar sobre coisas muito difíceis logo na primeira sessão. Como funciona o atendimento?
Esse é um receio muito comum. Na primeira sessão, meu objetivo é conhecer você, compreender sua história e entender o que motivou a busca pela terapia. Não existe obrigação de falar sobre tudo de uma vez. O processo acontece no seu tempo, respeitando seus limites e construindo uma relação de confiança para que você se sinta seguro(a) ao longo do acompanhamento.
Como saber se eu ou um familiar em cuidados paliativos precisamos de acompanhamento psicológico?
Não é preciso esperar uma crise para buscar ajuda. O acompanhamento psicológico pode ser iniciado desde o momento do diagnóstico e ao longo de toda a trajetória da doença. Sentimentos como medo, ansiedade, tristeza, sobrecarga, culpa ou dificuldade para lidar com as mudanças fazem parte desse processo, e a psicoterapia oferece um espaço acolhedor para enfrentar tudo isso com mais suporte emocional. O cuidado também é para quem cuida.
Meu filho recebeu um diagnóstico de uma doença grave e desde então está muito diferente. A psicoterapia pode ajudá-lo mesmo durante o tratamento?
Sim. O acompanhamento psicológico pode ajudar a criança a compreender, dentro da sua capacidade de desenvolvimento, tudo o que está vivendo. Além disso, oferece um espaço seguro para expressar medos, angústias e emoções que muitas vezes não conseguem ser colocadas em palavras. Também trabalho em parceria com a família, pois quando os cuidadores recebem apoio, toda a criança se beneficia do cuidado.
Meu filho está mais ansioso, irritado ou isolado. Isso faz parte do desenvolvimento ou devo procurar um psicólogo?
Mudanças fazem parte do desenvolvimento infantil, mas quando essas alterações são intensas, persistentes ou começam a afetar a rotina da criança e da família, é importante uma avaliação psicológica. Cada criança manifesta suas emoções de uma forma diferente, e muitas vezes aquilo que ela não consegue expressar em palavras aparece no comportamento. A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender essas necessidades e ajudá-la a desenvolver recursos para lidar com suas emoções.
Como saber se o que estou sentindo é apenas uma fase difícil ou se já é o momento de procurar psicoterapia?
Nem sempre é fácil perceber essa diferença. Se o sofrimento emocional tem persistido, está interferindo no seu sono, no trabalho, nos relacionamentos ou na sua qualidade de vida, pode ser um bom momento para buscar ajuda. A psicoterapia não é indicada apenas quando “não aguentamos mais”; ela também pode ser um espaço de prevenção, autoconhecimento e fortalecimento emocional.

