
Psicóloga Roberta M. OliveiraPsicóloga Clínica Psicanalista Psicoterapeuta
CRP-RJ 05/74746
R$ 170,00 / 50 min
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Barra da Tijuca
Av. João Cabral de Mello Neto, 850 - 10º Andar - Torre North - Bloco 1 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
*Dias disponíveis para atendimento:
Psicóloga e psicanalista. Um espaço para falar, pensar e elaborar o que insiste.
Idades que atende: A partir de 2 anos
Retorno: Sem retorno gratuito
Experiência em
- Psicologia clínica com adultos
- Psicologia clínica com crianças e adolescentes
- Escuta psicanalítica
- Arteterapia
Foco de tratamento
- Clínica com crianças e adolescentes
- Ansiedade
- Depressão
- Insegurança e baixa autoestima
- Dependência emocional
- Transtornos alimentares
- Conflitos familiares
- Sexualidade e identidade
- Morte e processos de luto
Formação
Universidade Veiga de Almeida (UVA)
Graduação em Psicologia
Conclusão em 2023
Mais informações
Sou psicóloga formada pela Universidade Veiga de Almeida, com escuta orientada pela psicanálise. Atualmente, sou pós-graduanda em Psicanálise e Análise do Contemporâneo pela PUC-RS e em Arteterapia. Trabalhar com a psicanálise significa escutar o que se mostra e também o que fica nas entrelinhas. Quando um paciente traz um sintoma ou um sofrimento, não o vejo apenas como algo a ser removido do caminho, mas como um sinal de que há ali algo importante, que pede para ser escutado. A análise é, portanto, um espaço onde o sofrimento encontra lugar para ser expressado e escutado. Um percurso que se constrói no encontro, na palavra e na presença, e que, pouco a pouco, pode abrir novas formas de estar na vida.
Dúvidas?
Qual o tempo médio da sessão?
As sessões duram de 50 a 55 minutos.
A psicanálise fala só da infância?
Não! A infância tem sua importância por deixar marcas que moldam sentimentos, relações e modos de estar no mundo, mas a técnica psicanalítica se interessa por toda a trajetória da pessoa, incluindo a vida adulta, os relacionamentos, as escolhas, os sintomas e os conflitos atuais.
O psicanalista é aquele que só fica em silêncio?
Não! Embora exista esse estigma em torno de alguns psicanalistas, cada um encontra seu próprio modo de trabalhar. A minha postura na clínica não é distante nem marcada apenas pelo silêncio. O silêncio tem seu lugar em certos momentos, mas acredito em uma escuta viva e afetiva, sustentada pela implicação e pelo encontro entre analista e analisante.

