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Dra. Vanessa Cesar Geovanini
Pediatra (RQE 14090)
Alergista e Imunologista Pediátrico (RQE 18150)

CRM-SP 161234

R$ 800,00 / 1 h 30 min

Crédito, Débito e PIX

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Cambuí (Campinas)

Avenida Orosimbo Maia, 360 - 6º andar - Vila Itapura, Campinas - SP

*Dias disponíveis para atendimento:

Seg.Qua.Sab.



07 de julho: Sem disponibilidade


09 de julho - 10 de julhoSem disponibilidade

Cuidado humanizado em Alergia e Imunologia para crianças e adolescentes, com atenção à família em cada etapa.

Idades que atende: Até 18 anos

Retorno: Retorno gratuito

Experiência em

  • Experiência abrangente em Alergias ( alimentares, respiratórias, medicamentosas, dermatológicas) e em Erros da Imunidade, com investigação do sistema de defesa de crianças persistentemente doentes.
  • Testes alérgicos e alimentares.

Foco de tratamento

  • Asma
  • Rinite alérgica
  • Conjuntivite alérgica
  • Dermatite atópica
  • Urticaria crônica e aguda
  • Angioedema
  • Alergia Alimentar
  • Alergia a medicamentos
  • Anafilaxia
  • Alergia a insetos
  • Esofagite eosinofílica
  • Síndrome da alergia oral
  • Imunodeficiência Primárias e secundárias
  • Crianças com infecções de repetição
  • Alterações da resposta imunológica
  • Suspeita de deficiência de anticorpos
  • Infecções respiratórias recorrentes
  • Otites de repetição
  • Pneumonia recorrentes
  • Tosse crônica
  • Chiado recorrente no peito
  • Dermatites recorrentes
  • Prurido (coceira) crônico
  • Eosinofilia
  • Mastocitose
  • Febres recorrentes

Formação

  • Hospital das Clínicas da UNICAMP

    Especialização em Alergia e Imunologia Pediátrica

    Conclusão em 2017

  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

    Residência médica em Pediatria Geral

    Conclusão em 2016

  • Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI

    Medicina

    Conclusão em 2013

Mais informações

Dedico-me ao cuidado de doenças alérgicas e imunológicas. Tenho experiência no acompanhamento de alergias respiratórias, como asma e rinite alérgica; doenças de pele, como dermatites, urticaária crônica e alergias alimentares. Também realizo a investigação de crianças com infecções de repetição, buscando identificar possíveis alterações do sistema de defesa e contribuir para um diagnóstico preciso e tratamento individualizado. Entre os procedimentos realizados, destaco os testes alérgicos cutâneos (Prick Test e Patch Test) e o Teste de provocação Oral, considerado o padrão ouro para avaliação de alergias alimentares.

Dúvidas?

Como saber se meu filho (a) tem alergia ao leite?

Primeiramente, é importante saber que existem 2 tipos de alergias alimentares que causam diferentes sintomas. Nos bebês, a alergia mais comum é ao leite e o sintoma é o aparecimento de sangue vivo nas fezes. É muito importante ressaltar que na maioria dos casos não existe indicação de desmamar a criança! Esse tipo de alergia costuma ser passageira, sem trazer prejuízos à saúde da criança. O outro tipo de alergia alimentar, também sendo o leite o alimento mais comum, podem ocorrer tanto em bebês em uso de Fórmulas Infantis como em crianças maiores. É um tipo mais grave de alergia, porém é facilmente identificado pelo alergista. Os sintomas costumam aparecer em minutos ou até 1 hora do consumo do alimento (leite ou outros): manchas vermelhas na pele, tosse, chiado no peito com falta de ar, vômitos e diarréia são as manifestações mais comuns. Nesses casos o tratamento deve ser imediato. Alergia Alimentar é um tema complexo e deve ser tratado com muita seriedade.

Alergia tem cura?

Depende. Existe um conceito chamado de marcha atópica, em que a criança vai apresentando sintomas de um ou diversos tipos de alergias conforme a idade. Devido ao componente genético envolvido, a maioria das alergias não tem cura, mas existe controle, desde que respeitados os passos dos tratamentos. Exemplo: as primeiras alergias que costumam aparecer na criança ainda pequena é a alergia alimentar e a dermatite atópica, seguido pela asma, rinite e esofagite.

Devo evitar alimentos como leite, ovo, castanhas, peixes, frutos do mar ou camarão na introdução alimentar do meu filho (a)?

A resposta é Não! Na verdade, o raciocínio é invertido: dos 6 aos 9 meses a criança se encontra num contexto que chamamos de janela imunológica. Esse é o melhor período para introduzir os alimentos conhecidos por causarem alergia. O atraso na introdução desses e outros alimentos pode fazer com que a criança, principalmente aquela de maior risco, se torne alérgica à algum desses alimentos.